Fim de Ano.

Dezembro 25, 2008 at 12:27 pm | In Internet, Mundo, blogosfera, festas, hoje, sentimentos | 10 Comments

Mais um ano vem, mais um ano vai.

É incrível olhar para tras, e ver tudo o que aconteceu durante o ano. E mais uma vez, estou eu, aqui, pensando ainda no que escrever agora e, como no ano passado, os dedos simplesmente correm pelo teclado sem se preocupar com o resultado.

A minha promessa para o próximo ano, é pagar o café que eu devo para meio mundo (rs). E a minha meta, é conseguir para de fumar. Sei que vai ser difícil de cumprir as duas, mas… Não adianta nada se eu não tentar (rs).

A todos que aqui visitam, um bom natal, um ano novo melhor ainda, e até ano que vem, com novas metas, desejos e esperanças.

Até ano que vem.

Alec

Contos Avulsos… No passado…

Dezembro 22, 2008 at 3:24 pm | In Retratos da Vida Real..., contos, relacionamentos | 2 Comments

Ele via diante de seus olhos aquilo que nunca foi imaginado até então. Estático, apenas viu, olhou profundamente, e sorriu. De repente sentiu uma lágrima descendo pelo olho direito. Uma única lágrima, mas repleta de rancor, ódio, e acima de tudo tristeza.

Foi então que ela olhou para trás, e o viu. E só então tomou consciência do que havia feito e dito, sem imaginar que ele estivesse ali, às suas costas. Ainda assustada tentou falar, mas as palavras não chegavam a sua boca, agora tão seca.

- Dan, escuta eu não queria…
- Tudo bem, eu entendo.
- Escuta deixa eu falar…
- Não precisa, eu já estou indo.
- Não vai embora, deixa eu expli…
- Chega! Eu juro que vou me esforçar…. Pra te esquecer e odiar…
- Não! Espera, deixa eu falar! Me escuta…

Ele apenas se virou e foi caminhando calmamente até a porta. Entrou no carro, e foi embora, sem ao menos olhar para trás. E o clima no restaurante assim ficou tão pesado, que até uma criança sentiria.

Ela não sabia o que fazer, não conseguia andar, estava atônita. Sem ao menos perceber, as lágrimas foram brotando, sem parar. Alice não aguentou ver a amiga daquele jeito. Apenas a abraçou suas costas, e sussurou em seu ouvido.

- Amar é assim mesmo. Só nos damos conta quando perdemos, quando finalmente descobrimos o que queremos. Mas não desista. Lute e vá atrás, mesmo que não dê em nada. E se não der certo, viva. Simplesmente viva, e de hoje, só se lembre de não repetir os mesmos erros…

Entre Folhas e Tecidos…

Dezembro 18, 2008 at 6:36 pm | In casa, eu, sexo, trabalho | 7 Comments

E assim foi…

Caroline, esplêndida, apenas de lingerie, deitada no sofá-cama vermelho, de pernas cruzadas, cabelo solto aos ombros… Olhos atentos à televisão, apenas correndo os canais à procura de algo interessante para se fazer.

Sentei junto ao note e fiquei ali, observando-a, e diante da indecisão do que fazer, ou melhor, à procura do que fazer, adentrei à internet.

De repente o celular toca, e ela sai correndo pelo quarto à procura do mesmo. No último segundo da chamada, ela acha e consegue atender a ligação.

Gesticulando, eu pergunto “quem?” e ela apenas sussurra “meu chefe, não dá para desligar”. Enquanto falava ao telefone, levantou e pegou sua bolsa, tirando dela, dois impressos de onde tirava dados para “alimentar” a conversa.

Diante da cena, não me contive. Apenas passou pela minha cabeça, tive vontade e fiz.

Vagarosamente, levantei e joguei alguns papéis pelo chão, abrindo espaço para o que eu queria. Segurei-a pela cintura e fui tirando sua cancinha.

Ela então sussurrou “espera um pouco” recebendo como resposta apenas o meu pedido para que ficasse quieta.

Abri as suas pernas vagarosamente, enquanto ela me olhava e balançava a cabeça negativamente. E ali, mergulhei enquanto me olhava com aqueles olhos, em uma mistura de ódio e prazer.

Fui sugando todo seu néctar, mordiscando cada pedacinho, sem deixar sobrar nada, enquanto minhas mãos acariciavam seu quadril. E ela se segurava tentando explicar gráficos e amostragens.

Sua mão então, deslizou até minha cabeça forçando-a mais, enquanto se remexia frenéticamente. O telefone já não importava mais, e ela não ouvia direito, apenas respondendo frases curtas.

Quando finalmente conseguiu desligar o celular, chegou ao orgasmo, em um único gemido, forte e profundo, acompanhado por um aperto das coxas em meus ombros.

Ao fim, apenas uma frase, “vai ter volta” e nem me arrisco a imaginar… Mas garanto… Foi muito bom!

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