Noite da Desforra – Maio… Parte 2
Maio 19, 2008 at 3:35 pm | In Intimidade..., São Paulo, eu, festas, fim de semana, rotina | 8 Comments
Saí do trabalho um pouco mais tarde do que o costume, mas mesmo assim não foi tarde o bastante. Acabei tendo que perambular pelas ruas até dar o horário marcado, no caso 22:00hrs.
Deu tempo o suficiente para sacar dinheiro, tomar um café quente (estava muito frio), ver algumas revistas na banca, e claro, me abastecer de nicotina pelo final de semana inteiro.
Mas dito e feito, no horário marcado, estávamos todos lá, no novo apartamento do M.
Assim que chegamos já fomos jogar algumas partidas de “Duvido”. Para minha surpresa, já estava tudo arrumado, a mesa, as fichas, as cadeiras e até mesmo o cinzeiro para que eu usasse.
Para quem não conhece o jogo, funciona da seguinte forma:
Um jogador, coloca sobre a mesa uma carta, voltado para baixo, dizendo o valor daquela carta. O próximo o faz também. Mas isso não significa que ele o tenha feito realmente. Sendo assim, qualquer pessoa pode duvidar do último jogador. Se for a carta mesmo, quem duvidou fica com as cartas da mesa, se não, o “mentiroso” é quem pega. Ganha quem ficar sem cartas.
Na primeira partida, até que fui bem, cheguei bem perto, mas como quase sempre, M. foi o vencedor. Na segunda, já meio desanimado, nem pensava mais em ganhar, e desta vez, F. levou a vitória.
Minutos depois fomos jantar. Pela tradição, ou é Pizza, ou é Fora. Naquela noite, foi fora, e para a minha surpresa, fomos comer “japonês”.
Acho que posso contar nos dedos as vezes que eu fui num restaurante japonês. Normalmente aproveito do restaurante que eu almoço, que sempre serve um ou dois pratos.
Sinceramente, a comida foi muito boa, servem bem, e eu até recomendo o restaurante para quem quiser ir… Mas foi só quando eu vi a conta, que eu lembrei como esses restaurantes são caros.
Bom… O fim da noite foi pratimente regado à mais partidas, pequenos vídeos, muito cigarro e… Novidades… Muitas por sinal, o que demonstra o quanto eu fiquei ausente entre eles.
Eu ri de muitas coisas, chorei sobre outras, ouvi conselhos de um e fui ouvido por outros. Compartilhei sobre o que acho e penso, e fui aceito por ser quem sou…
E a noite seguiu, até o dia clarear. Quando dei por mim, já era noite novamente, e me entristeci, ao voltar para minha vida medíocre, assim como em todas as outras noites assim…
Respondendo os Comentários… Chapter 1
Fevereiro 15, 2008 at 3:57 pm | In Geral, Internet, São Paulo, eu, fim de semana | 6 CommentsAntes de mais nada, venho por este pedir minhas desculpas sobre a distância que vêm existindo entre a minha vida e o mundo dos blogs. Mais que isso, a falta de inspiração tem me levado um bom tempo, precioso até, e chega a me irritar quando tento escrever alguma coisa de qualidade.
Bom… Não é de hoje que estou sem muito tempo para responder os comentários em seus devidos blogs de referência. A grande maioria, já faz um bom tempo que postaram, então, desculpe também pelo atrazo. Hoje, se não se importarem, responderei aqui.
–>> Mila: Menina, desculpa. Estou um tanto quanto atarefado estes dias, mas pretendo pagar a minha dívida logo. rs… Me manda um e-mail e agente marca direitinho.
–>> Lyn Monroe: Essa semana está corrida, mas prometo responder seu e-mail logo mais, respondendo junto com aquele assunto ainda em aberto.
–>> Beta: A diferença entre mistério e segredo é tênue, mas se baseia praticamente em quanto pode-se e deve-se descobrir. Se eu contar, perde a graça.
–>> Éder: O café estava tão bom… Mas o que veio depois foi melhor… hehe…
Bom… O tempo é curto, a vida corre, e eu estou atrasado. A todos que me devoram em letras, números e símbolos, uma boa tarde e um final de semana melhor ainda.
Safari no supermercado…
Novembro 21, 2007 at 7:26 pm | In casa, cotidiano, fim de semana, rotina | 19 CommentsEsta semana foi um caos total. Minha rotina foi quebrada. É certo que eu a odeio, mas ao menos me trazia uma idéia do que basicamente poderia ser quebrado, seja no almoço ou no café, ou mesmo nos cinco minutos em que saio e dou uma volta enquanto fumo, vendo as pessoas da região.
E tudo pelo feriado que não previ, e consequentemente, não programei. Ou desprogramei. Quase sempre mudo o que irei(ia) fazer. É muito difícil programar algo com precisão maior que 20%.
Como resultado pensei e cheguei realmente a acreditar, que passaria o pré-feriado em casa, mergulhado nas taças e taças de meu vinho favorito e mais uma montanha de filmes que comprei mas ainda não vi.
Grande engano. Foi só abrir a geladeira para abraçar meu querido e meu reino desmoronou. A geladeira estava quase vazia e eu tinha esquecido que não fui ao mercado.
Ia na sexta, mas saí com um amigo, que pedia um ombro. Lástima minha, já que o pedido acabou sendo extendido à algumas horas de sinuca e bebidas, e em minha conta, já que o chorão deprimido e carente não trouxe a carteira.
Sem alternativa e muito irritado, fui ao meu safari noturno, em plena noite de segunda. E não teve jeito, entre pratos e garrafas, massas e bolachas, fui fazendo minha colheita para não ter que vir tão cedo… Enquanto isso ainda sonhando com o vinho gelado e meus filmes.
E assim foi indo… Até o momento em que passei no caixa, e quando fui pagar, vi as horas, 3hrs… O susto foi maior nas horas do que no valor… Quanto tempo eu perdi fazendo compras? Será possível que eu fiquei três horas no mercado?
Ainda penso afundo, faço contas e não me conformo com o horário em que saí do mercado.
É… Viver sozinho tem suas vantagens… Mas as desvantagens são assustadoras….
Resumo do Fim de Semana
Outubro 15, 2007 at 11:34 am | In eu, fim de semana, relacionamentos, sexo | 11 CommentsSexta feira
Acordei cedo, fui ao trabalho. Certo, certo, feriado foi feito para descançar. Eu sei disso, queria que fosse diferente. Mas meus problemas com atenção são complicados. E há certas coisas que preciso do máximo de concentração.
A sensação de vazio somava-se ao silêncio. Nunca que eu iria ver uma cena dessas. Liguei o computador, li o que tinha de ler, atencioso, detalhadamente. O único som que se houvia, era o do ar condicionado, rangendo em sua idade. Para o meu susto, havia mais gente ‘trabalhando’, e a surpresa foi regada à adrenalina, quando de trás de minha cadeira, alguém sussurrou ao pé do ouvido, “Não devia estar descansando?”
Minutos depois me vi sentado, enquanto ela, AC, preparava o café. Conversávamos sobre trabalho, relacionamentos, artigos de trabalho, o meu trabalho. Ela é uma das poucas pessoas com quem converso sobre assuntos particulares. Depois do almoço (sim, ela me convidou), acabei indo embora, não estava mais com saco de fazer o que queria.
Cheguei em casa e fiquei vendo o que havia de bom na TV.
Sábado.
Acordo, com sono ainda. O celular registrava 5 ligações não atendidas. Vibracall é uma maravilha para quem quer e precisa dormir um pouco. 5 ligações. Listando, certo, G, ok, não vou retornar. Ele que ligue de volta. Foi só pensar em levantar, tomar um banho e um café decente, o maldito pula na cama.
- Hum… Tava dormindo. Que horas são?
- Hora de levantar, se arrumar e preparar para sair. Estou passando aí em 5 minutos.
- Desculpa. Não sei se estou afim.
- Vamos naquele bar que você adora. Eu vou com a D, a S vai também
- Hum… Todo mundo em casal, a S vai… Não vou. Obrigado e boa sorte.
- Se você não for, eu vou contar pra sua mãe que….
- Ok ok. Maldito chantagista. Dez minutos e já desço.
Começa a tortura. A S era um caso mal resolvido. Eu que não corri atrás, não sabia se queria. Depois de um longo tempo de namoro, havíamos dado um tempo. E não tínhamos conversado depois. Logo, entendi que não havia mais o porque ir atrás, já que ambos não resolvemos conversar sobre.
Já no bar, sentado nas mesas, esperando as duas que foram ao banheiro, ele adiantou. Prometi tentar, conversar, agir normalmente. Mas não queria tocar no maldito assunto. E tudo corria bem.
Entre músicas e bebidas, a conversa até que ia bem. Tudo corria normalmente, como grandes amigos se reencontrando após um bom tempo não se vendo. Conversamos sobre diversos assuntos, a faculdade, o meu trabalho, amigos, o trivial.
De repente, a pedido de G, ela apareceu. Linda e glamurosa, ela que havia saído de minha lista de músicas prediletas, e que tanto marcou a mim, a ela, a tudo. Então, nossos olhos cruzaram, sem nenhuma palavra, sem nenhum pedido, me roubou um beijo.
Tudo o que eu não queria, e ao mesmo tempo lembrava detalhadamente. E a noite, apenas havia começado…
Domingo
Acordei, ainda meio atordoado, vi, e não acreditei. Ela ao meu lado, abraçada, como nos velhos tempos. Uma mescla entre sonho, e realidade. Sua pele clara, macia, tocando meu peito. Não sabia se ela queria ou não, e nem cheguei a perguntar, na verdade não tinha coragem. Nunca pús fé em relacionamentos depois do “tempo”.
Quando abriu os olhos, não precisei perguntar. Seu sorriso denunciava a noite anterior. Voltar foi o menor dos acontecimentos. Não sei se amo, não estou apaixonado, estou gostando. Apenas vou ser sincero comigo mesmo e deixar as coisas acontecerem.
Não preciso detalhar mais detalhes. Deixo na imaginação de vocês. A única certeza, foi maravilhoso.
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