Palavras ao Vento… Um meio….

Novembro 26, 2009 at 6:07 pm | In Geral, Palavras ao vento..., contos, relacionamentos | Leave a Comment

- Vai mesmo embora sem falar comigo?

O que veio a seguir, foi uma mistura de surpresa e admiração. Surpresa pela atitude simples de apresentação, sem vergonha ou dúvida, sem a incerteza de ser ou não a pessoa por quem esperava, e, admiração pelo sorriso gracioso que apresentava uma mesca de felicidade e ansiedade.

- Mariana?

- Claro! Não passou pela sua cabeça ser eu ali sentada?

- Desculpe, pelo horário eu pensei que você não viria…

- Hum… Faz uns vinte minutos que eu cheguei. Como você não me viu, e como eu estava com vergonha, fiquei rabiscando o papel, esperando que você viesse falar comigo. Como vi que você iria embora, resolvi (com dificuldade) falar com você.

- Não imaginei que fosse você. Pelo horário imaginava que você nem viria. E pelo tempo que eu esperei, já ia embora.

- Não costumo faltar em encontros…

Ao terminar a frase, sentiu o peso do que disse. Seus rostos, o dele e o dela, imediatamente coraram, em um vermelho intenso, impossíveis de não notar. A vergonha foi tanta que ela mal conseguia encará-lo, e ele, vice-versa.

O que veio a seguir foi um silêncio fúnebre de duas pessoas desacostumadas ao contato um com o outro. Ele imaginava que suas últimas atitudes eram apenas estupidez, ela se condenava pelo que havia dito, ambos estavam interessados no que viria a seguir.

Minutos depois, quando finalmente conseguiram se olhar, ela parecia nervosa com as mãos apertadas junto a bolsa, mas ainda apresentava aquele sorriso… E ele, ainda corado, finalmente puxou novamente a convesa, enquanto a caminhava para o proximo metro.

- Bom… O que gostaria de fazer? Deixo que você escolha.

- Eu queria ir à Paulista e passar pela livraria ver algumas canetas, daquelas metálicas. Depois passar pela Liberdade, dizem ter umas canetas diferentes por lá… Quer dizer, isso se vc puder…

- Por mim não tem problema algum…

A viagem até a consolação, durou cerca de cinco longos e silensiosos minutos, com direito a olhares disfarçados, e quando cruzados, pequenos desvios imprecisos que acabavam por gerar rostos corados por ambos os lados.

Quando finalmente chegaram, havia muitas pessoas para entrar e subir na estação. Em meio ao tumulto, instintivamente ele a segurou pela mão, puxando-a delicadamente enquanto a protegia dos desesperados que entravam no vagão.

Ao sair do vagão, se entreolharam, e somente ai que percebera que ainda a segurava pela mão. Ela apenas lhe retribuiu com um sorriso, enquanto ele envergonhadamente se desculpava.

- Desculpe, eu…

- Não precisa. Você me protegeu, isso foi muito carinhoso da sua parte.

- Bom… Em que lugar você gostaria de ir? Eu conheço mais ou menos a região.

- Ah… Vamos andando. Vamos descobrir juntos…

Caminharam então para a escada rolante, onde havia uma grande quantidade de pessoas que se aglomeravam tanto para subir como para descer. Deixou que ela fosse na frente, subindo logo atrás, segurando-se no corrimão do lado oposto.

De repente, a escada rolante deu um tranco, e ela se desequilibrou. Antes que os dois pudessem perceber, ele a pegara pela cintura e seus olhos cruzaram penetrando profundamente um ao outro. Suas bocas agora a poucos centimetros de distancia, a respiração acelerada e ritmada era convidativa ao toque, os braços à cintura já não eram uma questão de segurança, e sim uma desculpa.

No entanto a escada rolante já estava chegando ao final, e pelo toque e sinal da pessoa as costas do casal, o clima se perdera, fora quebrado completamente. Os braços antes à cintura agora seguravam novamente o corrimão.

Novamente não conseguiam se encarar. As perguntas de um, agora eram apenas respondidas com palavras curtas e singulares, quando não o contrário.

Ao sair da estação novamente o tumulto se apresentava, agora para atravessar a grande Rua Augusta. Pessoas iam e vinham, freneticamente, dominando a rua onde os carros que vinham da Av. Paulista esperavam pacientes por sua vez. Quando o semáforo da Augusta então abria, era a vez dos carros. Ninguém mais se colocava à frente, aguardando impacientemente junto à calçada.

Os dois então se juntaram a multidão. Ele ainda pensou em segurar a mão dela, ainda lembrava da sensação e lembrou de tantas noites em que sonhou com isso. Mas ela instituitivamente estava com a mão junto a bolsa, olhando para os lados com receio de alguem a assaltar.

Instantes depois o sinal abriu para os pedestres, que agora, como uma tropa indo a batalha, ia de frente aos outros que esperavam do outro lado. As pessoas avançavam pela rua, tentando desviar de uns e, sem querer, acabar trombando com outros que vinham a frente.

O casal, como todos a volta, avançavam com muita dificuldade pela rua. Tentavam desviar dos que davam, e as vezes paravam para que outros pudessem passar.

Ele já a aguardava do outro lado da rua, e ela vinha junto a alguns outros que vinham apressadamente. O sinal da Paulista já estava aberto, de modo que dois carros já aguardavam para descer a Augusta.

De repente veio um rapaz moreno correndo pela Augusta, tentando aproveitar o sinal. Quando o primeiro carro avançou um pouco, este encurvou o corpo para o lado, trombando com Mariana, que já estava chegando a calçada.

Cristian instituitivamente a puxou pelo braço. Ambos olhavam para trás vendo os carros descendo a rua, enquanto o rapaz moreno já havia sumido no meio do povo.

- Você está bem? Não se…

Foi então que ela puxou seu pescoço. Quando deu por si, houve o primeiro beijo. A todos a cena se apresentava apenas como mais um casal no meio da multidão. Para ele, era o primeiro beijo, o início de tudo, e ele apenas estava curtindo cada momento.

Ainda naquela tarde, passearam pela Paulista, tomaram um lanche e ao início do fim da tarde, estavam na Liberdade. Pela primeira vez, ele conseguia passar tanto tempo com alguma garota. Ela por sua vez, ainda mantinha aquele mesmo sorriso, agora apresentando não mais ansiedade mas sim afeto.

Continua…

Palavras ao Vento… Um começo…

Outubro 15, 2009 at 3:33 pm | In Geral, Palavras ao vento..., contos, relacionamentos | 4 Comments

No sábado, fazia um lindo sol. Ele, chegou um pouco antes do previsto. O ponto de encontro era a estação de metrô, na estação Sumaré.

Estava ansioso, os segundos pareciam horas de tortura. E se ela não gostar de mim? E se eu fizer algo de errado? Os pensamentos iam e vinham, freneticamente, e por diversas vezes pensou em ir embora. Já não sabia mais o que pensar…

O tilintar do relógio fazia um som oco, agudo, que para muitos seria algo impercepitível, mas para ele era agonizante. Andava para um lado, parava, respirava, então olhava pela abertura da plataforma, sentia o aperto no peito, e voltava a ir para o outro lado.

Então resolveu sentar, e se pegou batendo o pé no chão, meio tremendo, meio inquieto, muito incomodado. E ao olhar para os lados, via pessoas indo e vindo, rindo, e por não saber sobre o que era, se sentia envergonhado por achar ser o motivo.

Olhou para o relógio da estação, havia passado poucos minutos. A aperto no peito aumentara. Ela não vai vir, Pronto! Tomei um cano!

Nervoso, inquieto, levantou novamente. Agora olhava pelo vidro da estação, onde carros iam e vinham, e ele observava atentamente, na procura pela calma. Olhou novamente para o relógio, já passava dez minutos do horário marcado.

Foi então, que ao olhar para os bancos mais ao lado, meio afastados, viu uma linda garota sentada no banco, com cabelos longos e lisos, castanhos como amendoas, pele clara. Em suas mãos, um bloco de anotações onde escrevia sem parar.

Pensava… Não pode ser ela. Eu não teria tanta sorte assim. Se fosse ela, ela viria falaria comigo. Eu tomei um cano mesmo.

De repente, ela olhou de volta enquanto ele a observava. Sem graça desviou o olhar, e sentiu a pele corar instantaneamente.

Ao olhar novamente para o relógio, já passava de vinte minutos do marcado. Desanimado, levantou, e caminhou calmamente para o metro, que já estava se aproximando. Iria embora, perdera o ânimo e o dia.

De repente se pegou novamente olhando para o lado, e não viu a garota sentada. Foi então que do outro lado ouviu…

- Vai mesmo embora sem falar comigo?

Continua…

Palavras ao Vento… Um início…

Outubro 2, 2009 at 2:49 pm | In Geral, Palavras ao vento..., contos, relacionamentos | 1 Comment

A vida prega peças certeiras, cruzando caminhos e destinos. De repente, tudo se agita e vira bagunça, seja na vida ou nos sentimentos. Assim gira o mundo, assim que funciona tudo, assim que se vive…

Cristian, 18 anos, olhos negros, cabelos lisos e curtos, castanhos, altura e peso compatíveis. Era o chamado CDF, tinha poucos amigos e nunca namorara.

Já há alguns meses, fazia estágio em uma empresa de certo nome, estatal,  localizada na Paraíso. O tipo de funcionário pontual, sempre de bom humor, ganhando pouco e nunca reclamando.

Um dia, Ricardo, um senhorzinho com seus 40 e poucos anos, fora transferido para o seu setor, para ser seu parceiro de trabalho.

Entre conversas e trabalho, Ricardo ia contando de sua vida, como era sua casa, sua filha, sempre dizendo um dia você vai conhece-las. E Cristian escutava sempre, prestando muita atenção em cada palavra que ele dizia.

Foi então que Cristian deu uma caneta, dessas de empresa, para que Ricardo desse a sua filha, que colecionava-as. Ricardo apenas agradeceu. E o tempo rodava da mesma forma, dia após dia.

Um dia, ao atender o telefone, acabara por conhecer Mariana, a filha de Ricardo. Esta perguntava por seu pai, que fora a cantina e foi então que a conversa entre os dois começou.

Para a mesma semana, foi marcado um encontro, em um sábado. O mundo de Cristian começava a rodar, estava muito ansioso pelo encontro. Nunca tinha saído com uma garota antes.

No sábado…

Continua…

Jogos Mortais… Orgulho e Preconceito…

Agosto 27, 2009 at 8:44 pm | In Geral, Jogos Mortais, Mundo, São Paulo, contos, sexo | 7 Comments

Márcia, 25 anos, pele clara, cabelos negros medianos e lisos, peso ideal e altura compatível, gerente executiva da parte financeira de uma empresa de renome localizada próximo à Paulista e a Augusta. O tipo de mulher que muitas gostariam de ser, e que muitos adorariam ter.

Mas nada na vida é perfeito e auto-suficiente. Tudo existe em pares, sejam eles quais forem, assim como o dentro não existe sem o fora, ou o esquerdo sem o direito. Aquilo que pode ser perfeito por um lado certamente é cheio de imperfeições do outro. Ela não é diferente.

Por trás desta bela e bem sucedida jovem, há uma mulher cheia de desejos e vontades. O amor e o prazer até então nunca lhe foram apresentados, mesmo em seus relacionamentos anteriores.

Um dia chega ao escritório e o que se vê são só olhares dos muitos funcionários. A sala que antes de sua chegada era só convesas e risos, na sua presença se tornara silenciosa, apenas quebrada por alguns susuros ao fundo.

Sem entender porquê entra em sua sala, e se depara com o motivo. Jogada sobre a mesa, um cartaz seu, com uma foto provocadora, da época em que não estava na empresa. Esquecera que havia feito um ensaio para uma certa revista.

Atônita apenas se aproxima da mesa e analisa com calma, tentando se lembrar onde foi que falhara. Não entendia como aquilo havia saído de seu computador pessoal, ou quem havia retirado.

Pegou o cartaz e o enrolou. Colocou em uma pasta e saiu de sua sala, e novamente o mesmo silêncio agonizante. Envergonhada, não tinha coragem de encarar as pessoas, diante da vergonha da exposição, onde ao fundo ouvia-se claramente é ela mesmo, quem diria!?.

Depois disso, ao que se sabe, foi o pedido de afastamento.

Desejos são desejos, vontades são apenas vontades. Tê-los ou não é natural de cada um. Seria errado se todos soubessem? Até onde vai o orgulho diante de uma sociedade repleta de preceitos e preconceitos?

Sexta Tem Noitada no Teatro…

Julho 20, 2009 at 3:34 pm | In Geral, Intimidade..., São Paulo, eu, lembranças, relacionamentos | 3 Comments

Nesta sexta tem musical no teatro. Pela segunda vez, irei ver A Bela e a Fera no Teatro Abril, que, aliás, foi o presente de dia dos namorados que eu dei a Caroline.

Fomos no dia dos namorados mesmo, e pegamos a segunda fileira do mesanino. Em verdade, os ingressos para a fileira que eu queria já haviam sido vendidos. E tudo porque o Teatro Abril, duas semanas antes da peça, em uma segunda, não divulgou se haveria ou não apresentação no dia 12.

Consequentemente, comprei as entradas dois dias depois, ao confirmar que haveria apresentação no dia. O mais triste de tudo, foi não ter arriscado ir à bilheteria na segunda, e ter de engolir a caixa dizendo que todas as cadeiras da primeira fileira foram vendidas naquele dia.

Resumindo, a peça me deixou muito surpreso, os atores são muito bons, as músicas são tocantes, o que compensa e muito para ver de novo. O único porém, mas  aceitável, é o ator que faz a Fera, que tem o tom menos grave do que deveria ser. Mas isso são só detalhes.

O musical foi muito bom, melhor até do que eu imaginava. Já fazia tempos que eu não saía assim, de noite quase madrugada, ainda mais acompanhado. E como eu disse, vale a pena ver de novo.

Obs.: Desculpem se o texto não está bem escrito. Ainda estou tentando me redescobrir…

Apenas 98…

Julho 14, 2009 at 8:04 pm | In Geral, Intimidade..., eu, sentimentos | 4 Comments

Ao total são 98 dias que separa este do último post lançado aqui. Um tempo bem significativo, e mais até do que eu imaginava ficar longe, mas menos do que eu imaginava conseguir ficar.

O mais estranho é voltar a escrever, explicado unicamente pela bombástica mistura de “Meu Deus sobre o que eu vou escrever” com o movimento impensado das mãos e dos dedos, que acariciam freneticamente o teclado, apenas pela saudade que este deixou no último post.

Não vou mentir se eu disser que senti saudades deste hábito, para não ter de morder a lingua para dizer hobby. Mas realmente, tempo é algo relativo na vida de cada um, e o meu é curto.

Estou voltando, ou ao menos, tentando. O amanhã ainda é um mistério para mim. E sim, tenho muita coisa para contar.

Pequenas Verdades… Por trás de meus olhos…

Abril 7, 2009 at 6:32 pm | In Geral, Internet, blogosfera, cotidiano, eu | 11 Comments

Indiferente ao tempo, ao local e a tudo. As pequenas verdades da vida são ditas nas mais sutis brincadeiras do dia-a-dia, ou, no pior dos casos, nos momentos mais picantes de uma relação, e em ambos os casos, são dolorosos de se ouvir.

E de cada pequena verdade, sutil ou não, resta sempre apenas a cicatriz. São marcas eternas, definitivas, incrustadas em cada detalhe do corpo, seja nos habitos, traumas ou o que for. Sempre há uma cicatriz.

O que somos,  o que fomos ou o que seremos, tudo isso, são apenas resultados de como encaramos a vida de frente, junto com essas pequenas verdades e as escolhas que fazemos.  Mas as escolhas que tomamos, as vezes, nem o tempo explica…

E diante de tal afirmação aqui estou, para contar as minhas verdades, para revelar parte do sobre quem aqui escreve, e o motivo de existencia deste blog.

Há dois anos, conheci uma pessoa aqui, da blogosfera, que aliás, provavelmente irá ler este post logo mais. Mas ao contrário do que eu imaginava, ao revelar minha idade, o que eu ouvi foi simplemente um “Você é bebê ainda. “, e a pessoa desapareceu.

E o blog era só para mostrar a todos, e para mim mesmo, que não importa a idade, uma pessoa pode ter idéias definidas e ser mais maduro do que muitas outras pessoas. Pensamento infantil da minha parte, admito. E ao ver isso, me senti o maior idiota do planeta.

O blog em si iria durar somente alguns meses. Mas eu me envolvi de mais, e hoje, ao menos até hoje, ele era essencial no meu dia a dia. Me envolvi a ponto de realmente dizer o que penso, o que faço, no que creio, o que eu gosto, onde vou…

No fim percebi. Acabei me expondo mais do que eu imaginava.

Eu? Eu sou Alec Reidy, designer gráfico e programador, 24 anos, e japonês.

Alec Reidy

Obs.: Contiuar a escrever? Não me perguntem. Quem sabe…

Aviso Rápido…

Janeiro 30, 2009 at 1:44 pm | In Geral, blogosfera | 8 Comments

Não estou com tempo para passar aqui. E devido à problemas maiores, o próximo post será o último… Ou não… Ainda não me decidi.

Tremulidades Sentimentais… Versos soltos..

Novembro 26, 2008 at 4:27 pm | In Geral, Tremulidades sentimentais..., eu, relacionamentos, sentimentos | 20 Comments

castelos_areia

O amor é como um punhado de areia na mão.
Com sabedoria, pode-se criar um reinado.
Mas se a mão fecha demais, escorre pelos dedos.

E se aberta demais, voa pelos ares.

Retratos da Vida Real… Enlatados…

Setembro 29, 2008 at 3:27 pm | In Geral, Retratos da Vida Real..., São Paulo, cotidiano, hoje, trabalho | 10 Comments

Depois que vendi meu carro, muita coisa mudou em minha vida, e já sinto claramente as conseqüências disso.

Já não pego mais tanto trânsito, não me preocupo com IPVA ou multas, não esquento mais com pedestre que insiste em atravessar cinco metros antes da faixa, entre outras coisas.

Claro que sempre há aquele horário de rush diário, onde é um Deus-nos-Acuda para ver quem chega em casa primeiro. Ou a chuva que chega de surpresa logo que você desce do transporte.

São casualidades que acontecem, incomoda, claro, mas não é nada absurdo e chega a fazer falta quando não se têm… E creio eu, faz parte de qualquer grande metrópole.

Mas…

O que incomoda mesmo, é sair de casa cedo e pegar o trânsito. Não de carros, mas de pessoas nas metrovias. São catorze estações até chegar ao trabalho, pessoas mais entram do que saem, e sempre fica aquele aperta-aperta do último que acha que tem espaço para mais um.

Há quem diga que tudo isso, é decorrente da falta de cultura e educação das classes mais baixas, em geral provenientes das cidades vizinhas e zona leste, pela falta de acesso a informação.

Verdade?

Não! Mentira. Sem generalizar, os que mais atrapalham, apertam e empurram são os engravatados trabalhadores de escritório da Paulista. Aqueles que claramente se vê em conversas absurdas e fúteis, daquelas que incomodam o ouvido só de ouvir a primeira letra.

Culpa deles? Não em todo, o transporte deixa muito a desejar e o governo mesmo, não faz muito para merecer os votos realmente merecidos.

Sinceramente? Que falta da minha Madalena… rs….

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