Fim de Ano.

Dezembro 25, 2008 at 12:27 pm | In Internet, Mundo, blogosfera, festas, hoje, sentimentos | 10 Comments

Mais um ano vem, mais um ano vai.

É incrível olhar para tras, e ver tudo o que aconteceu durante o ano. E mais uma vez, estou eu, aqui, pensando ainda no que escrever agora e, como no ano passado, os dedos simplesmente correm pelo teclado sem se preocupar com o resultado.

A minha promessa para o próximo ano, é pagar o café que eu devo para meio mundo (rs). E a minha meta, é conseguir para de fumar. Sei que vai ser difícil de cumprir as duas, mas… Não adianta nada se eu não tentar (rs).

A todos que aqui visitam, um bom natal, um ano novo melhor ainda, e até ano que vem, com novas metas, desejos e esperanças.

Até ano que vem.

Alec

Inferno Real e Imediato…

Outubro 13, 2008 at 2:47 pm | In São Paulo, hoje, rotina, trabalho | 6 Comments

Não me culpem, não briguem comigo. Mas se o inferno realmente existe, com certeza o “tirar o atraso dos outros” faz parte das punições.

Só explicando… Essa semana está cheia e provavelmente estarei off até quarta.

E enquanto isso… Brasília me espera… E cheia de serviços…

Retratos da Vida Real… Enlatados…

Setembro 29, 2008 at 3:27 pm | In Geral, Retratos da Vida Real..., São Paulo, cotidiano, hoje, trabalho | 10 Comments

Depois que vendi meu carro, muita coisa mudou em minha vida, e já sinto claramente as conseqüências disso.

Já não pego mais tanto trânsito, não me preocupo com IPVA ou multas, não esquento mais com pedestre que insiste em atravessar cinco metros antes da faixa, entre outras coisas.

Claro que sempre há aquele horário de rush diário, onde é um Deus-nos-Acuda para ver quem chega em casa primeiro. Ou a chuva que chega de surpresa logo que você desce do transporte.

São casualidades que acontecem, incomoda, claro, mas não é nada absurdo e chega a fazer falta quando não se têm… E creio eu, faz parte de qualquer grande metrópole.

Mas…

O que incomoda mesmo, é sair de casa cedo e pegar o trânsito. Não de carros, mas de pessoas nas metrovias. São catorze estações até chegar ao trabalho, pessoas mais entram do que saem, e sempre fica aquele aperta-aperta do último que acha que tem espaço para mais um.

Há quem diga que tudo isso, é decorrente da falta de cultura e educação das classes mais baixas, em geral provenientes das cidades vizinhas e zona leste, pela falta de acesso a informação.

Verdade?

Não! Mentira. Sem generalizar, os que mais atrapalham, apertam e empurram são os engravatados trabalhadores de escritório da Paulista. Aqueles que claramente se vê em conversas absurdas e fúteis, daquelas que incomodam o ouvido só de ouvir a primeira letra.

Culpa deles? Não em todo, o transporte deixa muito a desejar e o governo mesmo, não faz muito para merecer os votos realmente merecidos.

Sinceramente? Que falta da minha Madalena… rs….

Retratos da Vida Real… Divórcio…

Setembro 3, 2008 at 2:52 pm | In Retratos da Vida Real..., São Paulo, casa, eu, hoje, lembranças | 10 Comments

Tudo começou há alguns meses, quando a conheci em uma loja próximo ao meu antigo trabalho, e, desde aquele dia, tudo mudou. Foi paixão a primeira vista, não teve jeito, quando percebi, já estávamos morando juntos.

E quando isso aconteceu, já não teve mais jeito. Apresentei para meus amigos e parentes, temendo ainda, que talvez eles não a aceitassem. Mas diferetne do que eu imaginava, a aceitação foi muito boa, salvo um comentário de meu pai que disse ao pé do meu ouvido, “É isso mesmo que você quer?’.

Passado esse momento, tudo foi se tornando mais e mais maravilhoso. Uma felicidade insuperável, com momentos de alegrias e satisfação, as quais não há como se definir em palavras.

Foram meses com muito divertimento. Eram shoppings, restaurantes, bares, viagens… Realmente, algo encantador. Mas… Isso, no começo…

Com o tempo ela começou a ficar ranzinza. Tudo aquilo que eu mais admirava, tornou-se lamentação. Se por um lado ela era um anjo, por outro sabia muito bem como me irritar profundamente.

Reclamava de tudo, mudava de opnião a todo momento, e quando contrariada, simplesmente parava no meio da rua. E era um sacrifício fazer com que ela me acompanhasse.

Quantas vezes eu não tentava fazer algum agrado que ela não aceitava muito bem? Quantas vezes fiquei esperando dias e dias até que ela mudasse seu humor?

Foi difícil. Aliás, muito difícil.

E a separação nunca é fácil, para ambos. Sempre no momento de despedida, vêm aquelas lambranças dos bons tempos que quase nos faz mudar de idéia no último momento, bem naquele em que pegamos a caneta para assinar o documento decisivo.

Dá saudades, não minto, sinto muitas até. Mas hoje me sinto bem melhor e mais aliviado. Me separar do meu golzinho Madalena não foi fácil…

É… Andar de ônibus não vai ser nada fácil… rs…

À Espera de Uma Salvação…

Agosto 18, 2008 at 8:03 pm | In Mundo, blogosfera, cotidiano, hoje, sentimentos | 6 Comments

“Pés no chão”, completamente realista, agressiva na escrita, não brinca nem ri, e joga os fatos, não importando se vão ou não machucar. Apenas a realidade nua e crua. Essa é Lyani.

O texto de hoje me fez lembrar bastante de muitas coisas, dentre elas, um texto meu que há tempos escrevi. Tanta coisa acontece ao nosso lado, e o que fazemos, simplesmente, é fechar os olhos.

Pessoas são assaltadas, ou atropeladas… E as únicas que choram são seus parentes, sejam eles quem forem.

Crianças vendem seus corpos, jovens consomem drogas na esquina… E nós apenas aceitamos tudo normalmente…

É triste admitir tudo isso, mas, o mundo em si é muito individualista, seja São Paulo, Nova York ou Paris.

E nós… Apenas fazemos que não vemos. É muito triste tudo isso…

Se o mundo estiver mesmo em nossas mãos, do jeito que vivemos hoje, com a cabeça que temos, sinceramente… Não vejo um futuro muito interessante…

Em nota: Um minuto de silêncio para aqueles que morrem a cada segundo na indiferença de todos nós…

Tremulidades Sentimentais… Amanhecer…

Junho 30, 2008 at 1:40 am | In Intimidade..., Tremulidades sentimentais..., cotidiano, eu, hoje | 10 Comments

Acordo cedo, olho pro lado. Aquele porção da cama continua vazia, o travesseiro ainda intacto, e o lençol com o mesmo cheiro de alvejante.

Levanto, desperto, tomo uma ducha. Atrás da porta, sempre uma toalha, acompanhada pelas minhas roupas. Sobre a pia, só o meu sabonete, a única escova de dentes e o perfume, único, solteiro.

Na cozinha a mesma bagunça, sempre composta de um único prato, duas panelas, alguns copos e dois talheres. Na garrafa, o café, que sempre sobra, frio, solitário.

Hoje o tempo é nublado, chuvoso, com leves e ardidos sopros frios. De certa forma, hoje, o dia e eu, estamos juntos, na mesma melancolia… E sem motivo algum…

Talvez… Tudo fosse mais fácil, se eu convivesse com ela… Mas não sei se quero… Ainda…

Depois de um tempo, sozinhos, ganhamos manias, defeitos, pequenos detalhes, únicos e indispensáveis, que nem sempre agradam outros.

Nessas horas lembro daquela noite, daquele apartamento, de tudo o que aconteceu… Seria tão bom se tudo fosse mais simples, mas a vida é complicada de mais por si só…

E eu… Nem sei por onde começar… Saudades daqueles momentos…

Respiro fundo e vejo pela janela… São Paulo amanhece… Hora de cair na rotina e fingir que está tudo bem…

Sinto-me Estranho… Estou doente??

Junho 13, 2008 at 8:23 pm | In Sexta-Feira, São Paulo, eu, festas, hoje | 9 Comments

O celular toca, e me desperta… A lua continua inerte, com todo seu explendor e sua tênue dança, das faíscas que caem de suas vestes, sobre a cidade.

Eis que vem ao peito, aquela mesma sensação que me assola todos os anos… Não é preciso dizer mais nada, e eu lembro claramente… Hoje é o dia mais complicado do ano…

O dia para que haja atitudes estranhas, pensamentos insistentes e outras coisas mais. Há algum tempo, todo ano é sempre a mesma coisa.

Passo pelo banheiro para me arrumar, e não consigo resistir… São horas e horas no espelho à procura de mais uma ruga, um fio de cabelo branco ou qualquer mudança que possa ter ocorrido.

Minutos depois, ainda encucado, volto ao quarto e agora é a vez da fita métrica e da balança, ainda à procura de alguma outra mudança possível.

Hoje, que meu Santo Antônio segure meus ânimos, porque após uma certa idade, ficar mais velho, não é nada legal para a pele… rs….

Mas o que eu estou falando???? HOJE É SEXTA FEIRA!!!!!! Tem coisa melhor do que fazer aniversário em uma sexta-feira?? E para quem quiser, hoje, a festa é na faculdade.

Sintam-se convidados!!!

Dia dos Namorados…

Junho 12, 2008 at 7:14 pm | In Intimidade..., São Paulo, eu, festas, hoje, lembranças, relacionamentos, sentimentos | 5 Comments

Esse dia nunca significou muito para mim. Não mais do que só mais um dia do calendário, dentre os 365 existentes no ano.

Hoje, após muito tempo sozinho, sou obrigado a morder minha lingua, e sei o quanto é gostoso estar com alguém…

Pela primeira vez, me sinto atraente e querido, vivendo momentos nunca imaginados e relembrado sensações já há muito esquecida.

O pouco tempo que passamos junto, já foi o suficiente para tornar alguns simples momentos em inesquecíveis jóias raras.

E a cada dia que passa, me vejo mais envolvido, e ao mesmo tempo, receoso pela incerteza do início, mas desejando que este ano tudo seja diferente, em um completo festival de surpresas e redescobertas.

Feliz dia dos namorados, minha querida Caroline.

Meme Banda Musical…

Junho 5, 2008 at 4:51 pm | In eu, hoje, jovem, meme, rotina | 13 Comments

Este é apenas mais um meme, que não foi passado a mim, mas que tomo a liberdade de responder, já que o gostoso mesmo não é o obrigatório, mas o espontâneo.

Ele foi tirado do blog Segunda à Sexta, escrito pelo Mr. J. Os posts, tem em sua grande maioria, um trecho de alguma música do gosto do autor, e o conteúdo em si, é bem chamativo, com frases bem colocadas e cenas do dia a dia.

A proposta deste meme é bem simples, diferente e chega a ser engraçada.

Primeiro você clica aqui, e descobre o nome da sua banda. Hum… Ok ok… Agora, você deve clicar aqui, e as quatro últimas palavras da última frase será o nome do seu álbum. E por último, mas não menos importante, clique aqui e descubra que a terceira imagem é a capa do seu álbum.

Depois disso, se for do seu desejo, faça uma montagem da capa do, do jeito que você conseguir. Nada que um paint brush não faça… rs…

E com vocês… A banda W Fry lançando de seu novo álbum Sort of a Tired Feeling.

Uma banda nova e diferente, do jeito que você nunca viu! À venda nos piores camelôs do centro. rs…

Como trabalho com isso, acho que exagerei um pouco nas alterações na imagem original. Contudo, para quem quiser, clique aqui e compare.

Uma boa tarde à todos.

Ou PARA ou você PARA!

Maio 28, 2008 at 5:59 pm | In eu, hoje, rotina | 11 Comments

Segunda, 22:27:02hrs, Hospital SPM.

Após um longo dia de trabalho, acabei indo parar no pronto socorro. Após alguns exames, veio o doutor e me deu a notícia…

- Alec. Ou você para, ou você PARA!

Maldita frase. Ficou ressoando em minha cabeça, desde o momento que eu a ouvi, até poucas horas atrás. Simplesmente um frase que eu não queria ouvir.

É estranho mas, grande parte de problemas que vemos, e isso só percebemos mesmo com a idade, é resultado do estrago acumulado, vindo de pequenos hábitos que se deram início na adolescência.

No meu caso, não é a bebida casual, não são as noites mal durmidas, ou a alimentação em horários randômicos. É algo vergonhoso e bem pior, no caso, o cigarro.

A verdade toda, é que eu estou doente. Aliás, eu sou doente. Onde já se viu, um asmático, fumar? Se nem “louco de hospício” consegue entender, quem dirá eu.

Desde pequeno eu tenho crises asmáticas. Antes mais fortes e frequentes, hoje mais tênues e esporádicas. Mas nunca deixaram de existir e há um bom tempo deixei de me preocupar.

Erro meu, talvez pela comodidade da compra e uso dos medicamentos. Talvez pelo simples descaso. Mas de uma forma ou outra, uma atitude completamente errada.

Já me disseram que eu tenho que me cuidar, mas eu nunca levei a sério, e sempre teimava dizendo “outro dia” ou “outra hora”. Hoje não há mais jeito.

Maldito grande dilema. Talvez seja o primeiro de muitos outros que virão. Ou quem sabe, seja o único em toda a minha vida. Mas com certeza, decisivo.

PARAR ou PARAR, eis a questão.

Não me perguntem, e eu mesmo não vou responder. Me critiquem, me destruam, o façam se assim desejarem. Pois, diante de tal vergonha, não me resta outra escolha, à não ser, ouvir calado.

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