Escrever ou não escrever… Eis a questão!

Se você ainda não me conhece, não queira e nem tente me entender… Todo geminiano tem seu humor como o clima em todos os dias de São Paulo, as vezes muito frio, quando não muito quente, outrora choroso, e em alguns casos, você quer morrer.
Hoje para ser bem sincero estou nostálgico. Há algumas horas, recebi um e-mail de uma grande amiga, e fiquei com vontade de passar por aqui. O resultado foi ter (re)lido o InFaces como se fosse a primeira vez e, com toda a sinceridade, toda a amplitude contida na palavra saudade é muito pouco para descrever o que sinto agora.
Não que eu não queira mais vir aqui, ou que eu não goste de escrever… Mas muita coisa tem mudado, tanto em mim quanto à minha volta, principalmente.
Se um dia o InFaces existiu por um sentimento banal e infantil, hoje apesar de não ser tão atualizado, ainda existe pelas boas memórias aqui contidas.
O meu caso é mais ou menos como a relação entre o viciado e sua droga. No início é apenas para experimentar, algo novo, potente, que pode “dar algum barato”. Depois já fica algo mais sério, chega a ser semanal. Pouco tempo depois fica pior e deixa de ser semanal para ser diário. E quando se menos percebe, já não se consegue mais parar. Hoje eu me sinto assim.
E neste tempo em que estive ausente, comecei a escrever muitos textos, todos inacabados e, em sua maioria são recheados de detalhes da minha vida pessoal. Terminar e posta-los? Não sei… Fico preso entre o sigilo e a exposição da internet. Creio que essa é a verdadeira barreira que todos aqui na blogosfera enfrentam em algum momento.
Por hora voltar ou não é uma questão de tempo. Talvez eu volte, talvez não, mas por hora estou e não estou presente.



