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Arquivo para a categoria ‘Internet’

Escrever ou não escrever… Eis a questão!

novembro 1, 2010 2 comentários

Se você ainda não me conhece, não queira e nem tente me entender… Todo geminiano tem seu humor como o clima em todos os dias de São Paulo, as vezes muito frio, quando não muito quente, outrora choroso, e em alguns casos, você quer morrer.

Hoje para ser bem sincero estou nostálgico. Há algumas horas, recebi um e-mail de uma grande amiga, e fiquei com vontade de passar por aqui. O resultado foi ter (re)lido o InFaces como se fosse a primeira vez e, com toda a sinceridade, toda a amplitude contida na palavra saudade é muito pouco para descrever o que sinto agora.

Não que eu não queira mais vir aqui, ou que eu não goste de escrever… Mas muita coisa tem mudado, tanto em mim quanto à minha volta, principalmente.

Se um dia o InFaces existiu por um sentimento banal e infantil, hoje apesar de não ser tão atualizado, ainda existe pelas boas memórias aqui contidas.

O meu caso é mais ou menos como a relação entre o viciado e sua droga. No início é apenas para experimentar, algo novo, potente, que pode “dar algum barato”. Depois já fica algo mais sério, chega a ser semanal. Pouco tempo depois fica pior e deixa de ser semanal para ser diário. E quando se menos percebe, já não se consegue mais parar. Hoje eu me sinto assim.

E neste tempo em que estive ausente, comecei a escrever muitos textos, todos inacabados e, em sua maioria são recheados de detalhes da minha vida pessoal. Terminar e posta-los? Não sei… Fico preso entre o sigilo e a exposição da internet. Creio que essa é a verdadeira barreira que todos aqui na blogosfera enfrentam em algum momento.

Por hora voltar ou não é uma questão de tempo. Talvez eu volte, talvez não, mas por hora estou e não estou presente.

CategoriasBlogosfera, Eu, Geral, Hoje, Internet

Navegando Entre Letras e Números…

setembro 18, 2009 3 comentários

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Ainda essa semana, chegaram dois pedidos para utilizarem dos textos daqui em seus respectivos orkuts. E, como sempre, ou quase sempre, deixo que usem, apenas com a condição de darem os devidos créditos.

Os textos e imagens daqui são registrados apenas para não haver problemas . E não que eu ligue ou não goste. Longe disso. É gostoso saber que há quem leia, e principalmente, quem goste do que foi escrito aqui. E acima de tudo o reconhecimento é a melhor recompensa que um escritor pode ter.

Mas cada texto que aqui foi escrito, cada imagem utilizada, tem um toque da minha personalidade. Em alguns apenas o modo como eu penso, em outros apenas histórias originais ou contos do que aconteceu comigo… Mas em geral, todos escritos, e em alguns casos desenhados, com um toque da minha pessoa, incrustado nas diversas letras, cores e números que os compõe.

Acima disso tudo, cada texto teve seu momento, seu instante, seu motivo para explicar sua existência. E quando os leio, lembro de cada detalhe dessa existência, assim como, creio eu, outros escritores (blogueiros) passem por isso com seus devidos textos.

Dar os créditos então, nada mais é do que mostrar a todos como o autor daquele texto se sentiu no momento em que ele escreveu.

Seria justo então se outra pessoa utilizasse destas palavras? Retirar o autor e assumir o conteúdo sem ao menos saber o por quê?

Não, não vou brigar, nem cobrar… Mas que isso fique na consiência e no bom senso de cada um…

Pequenas Verdades… Por trás de meus olhos…

abril 7, 2009 11 comentários

Indiferente ao tempo, ao local e a tudo. As pequenas verdades da vida são ditas nas mais sutis brincadeiras do dia-a-dia, ou, no pior dos casos, nos momentos mais picantes de uma relação, e em ambos os casos, são dolorosos de se ouvir.

E de cada pequena verdade, sutil ou não, resta sempre apenas a cicatriz. São marcas eternas, definitivas, incrustadas em cada detalhe do corpo, seja nos habitos, traumas ou o que for. Sempre há uma cicatriz.

O que somos,  o que fomos ou o que seremos, tudo isso, são apenas resultados de como encaramos a vida de frente, junto com essas pequenas verdades e as escolhas que fazemos.  Mas as escolhas que tomamos, as vezes, nem o tempo explica…

E diante de tal afirmação aqui estou, para contar as minhas verdades, para revelar parte do sobre quem aqui escreve, e o motivo de existencia deste blog.

Há dois anos, conheci uma pessoa aqui, da blogosfera, que aliás, provavelmente irá ler este post logo mais. Mas ao contrário do que eu imaginava, ao revelar minha idade, o que eu ouvi foi simplemente um “Você é bebê ainda. “, e a pessoa desapareceu.

E o blog era só para mostrar a todos, e para mim mesmo, que não importa a idade, uma pessoa pode ter idéias definidas e ser mais maduro do que muitas outras pessoas. Pensamento infantil da minha parte, admito. E ao ver isso, me senti o maior idiota do planeta.

O blog em si iria durar somente alguns meses. Mas eu me envolvi de mais, e hoje, ao menos até hoje, ele era essencial no meu dia a dia. Me envolvi a ponto de realmente dizer o que penso, o que faço, no que creio, o que eu gosto, onde vou…

No fim percebi. Acabei me expondo mais do que eu imaginava.

Eu? Eu sou Alec Reidy, designer gráfico e programador, 24 anos, e japonês.

Alec Reidy

Obs.: Contiuar a escrever? Não me perguntem. Quem sabe…

Fim de Ano.

dezembro 25, 2008 10 comentários

Mais um ano vem, mais um ano vai.

É incrível olhar para tras, e ver tudo o que aconteceu durante o ano. E mais uma vez, estou eu, aqui, pensando ainda no que escrever agora e, como no ano passado, os dedos simplesmente correm pelo teclado sem se preocupar com o resultado.

A minha promessa para o próximo ano, é pagar o café que eu devo para meio mundo (rs). E a minha meta, é conseguir para de fumar. Sei que vai ser difícil de cumprir as duas, mas… Não adianta nada se eu não tentar (rs).

A todos que aqui visitam, um bom natal, um ano novo melhor ainda, e até ano que vem, com novas metas, desejos e esperanças.

Até ano que vem.

Alec

De volta à rotina…

novembro 4, 2008 11 comentários

Adoraria trabalhar como cobaia
em pesquisas sobre sono…

O último gole de café descia bem amargo e quente, forte o suficiente para matar qualquer ressaca violenta que porventura pudesse existir. Entre outras coisas, a falta de fome, sinal declarado do stress, é intrigante, e chega a irritar, principalmente quando você sente a bebida bater no fundo do estômago.

Entre um gole e outro, pessoas iam e vinham, enquanto outras puras cascas cruas sem conteúdo, comentavam assuntos irrelevantes, sempre entrando e saindo pelos ouvidos, sem deixar rastros, enquanto pensava insistentemente no porque de vir trabalhar depois de ter passado a noite em claro.

Certo, ninguém tem culpa de meus trabalhos extras, cujo teor prefiro não comentar, mas… Dormir as vezes é muito bom. Aliás, dormir é o que eu mais estou precisando hoje.

Problema maior, é não ter conseguido terminar antes, pela falta de referências decorrido da falta de internet aqui em casa. É incrível ver como não esquecem a data de sua conta, mas nem se importam de arrumar os fios que lhe dariam tal direito.

A parte boa do dia veio com a notícia da volta da internet, agora mais rápida devido aos novos cabos de fibra ótica. Realmente faz muita diferença. Nada que R$ 3.520,00, economizados dos salários dos funcionários dedicados e sem horas extras, não resolvam não?

Mas claro! Alguns benefícios extras tem seu preço. No nosso caso restrição quanto ao conteúdo de nossas páginas navegadas. Aliás, restrição essa que eu só percebi depois do e-mail pedindo que eu não entre em conteúdos inapropriados ao trabalho (nota: www.fatordigital.net é impróprio, wordpress não).

E o dia apenas está começando…

Realmente… Acho que hoje, minha noite vai ser regada a uma maravilhosa noite de orgias, entre eu, minha cama e minhas cobertas…

CategoriasEu, Internet, Rotina, Trabalho