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Arquivo para a categoria ‘Lembranças’

Sexta Tem Noitada no Teatro…

julho 20, 2009 3 comentários

Nesta sexta tem musical no teatro. Pela segunda vez, irei ver A Bela e a Fera no Teatro Abril, que, aliás, foi o presente de dia dos namorados que eu dei a Caroline.

Fomos no dia dos namorados mesmo, e pegamos a segunda fileira do mesanino. Em verdade, os ingressos para a fileira que eu queria já haviam sido vendidos. E tudo porque o Teatro Abril, duas semanas antes da peça, em uma segunda, não divulgou se haveria ou não apresentação no dia 12.

Consequentemente, comprei as entradas dois dias depois, ao confirmar que haveria apresentação no dia. O mais triste de tudo, foi não ter arriscado ir à bilheteria na segunda, e ter de engolir a caixa dizendo que todas as cadeiras da primeira fileira foram vendidas naquele dia.

Resumindo, a peça me deixou muito surpreso, os atores são muito bons, as músicas são tocantes, o que compensa e muito para ver de novo. O único porém, mas  aceitável, é o ator que faz a Fera, que tem o tom menos grave do que deveria ser. Mas isso são só detalhes.

O musical foi muito bom, melhor até do que eu imaginava. Já fazia tempos que eu não saía assim, de noite quase madrugada, ainda mais acompanhado. E como eu disse, vale a pena ver de novo.

Obs.: Desculpem se o texto não está bem escrito. Ainda estou tentando me redescobrir…

Poesia de Guardanapo… Saudade…

janeiro 21, 2009 4 comentários

Porque sempre há aquelas pessoas que marcam… E achamos que iremos morrer se os perdemos… Realmente, jovens são tolos…

Saudade

No coração jazia alegria,
E agora só há saudade.
Daquela noite escura e fria,
Onde contigo vi felicidade…

Saudade da tua companhia,
Saudade de teu terno beijo,
Saudade da tua alegria,
Como se há anos não te vejo…

Saudade de teu vivo riso,
Saudade de teu carinho,
Saudade de teu sorriso,
Saudade de não estar sozinho…

Saudade da felicidade.
Saudade como nunca senti,
Saudade forte, de verdade,
Saudade eterna só de ti…

Pequenas Verdades… Ainda lembro…

novembro 24, 2008 5 comentários

- Como você me vê?
- Como alguém de quem gosto muito.
- Muito quanto?
- O quanto gostamos não se mede, com números. Apenas com o que faríamos por alguém.
- E o que você faria por mim?
- Se eu disser, estraga toda magia.
- Não gosto de ficar na curiosidade.
- Não fique. Apenas imagine.
- Imagino. Mas ficaremos juntos por muito tempo?
- Ao menos enquanto seus olhos esconderem seu lado triste…

Não sumi, não morri. Estou doente, sempre estive. Mas o problema maior, é que me perdi, nos longos caminhos da vida, onde o tempo é o menor de seus amigos, e as obrigações, a maior de suas fraquezas.

Calma. Fim de ano. Logo mais estou aqui.

Poesias de Guardanapo… Pesadelo…

setembro 22, 2008 7 comentários

Com o tempo aprendemos que o melhor da vida é viver o agora… Com o tempo aprendemos que remoer o passado é errado e pode ser bem doloroso… Como jovens são tolos…….

Pesadelo

De tudo que antes jazia,
Só restou um tênue semblante…
Neste espelho que cinzas frias,
Tudo tornou-se entediante…

Estamos num pesadelo!
O mundo é um pesadelo!
Tudo está um pesadelo!
Viver tornou-se um pesadelo!

Chega! Não quero mais viver,
Neste mundo de pesadelos…
Desejo apenas acordar…

Acordar… Acordar… Acordar!
Acordar deste sonho…
Acordar deste amargo sonho……

Safari na Livraria Cultura…

setembro 10, 2008 13 comentários

Dia 09/09/08, terça-feira. Eram exatamente 13hrs, quando resolvi ir almoçar. Aliás, almoçar não. Ir embora.

Para quem trabalha oito horas por dia, trabalhar apenas quatro por dia, pode ser bem atrativo. Mas eu garanto. Não é. Claro que você são poucas horas, o que resulta em mais tempo para si mesmo.

Mas tente imaginar-se saindo as 13hrs, e não tendo a menor idéia do que fazer. Ir almoçar até pode ser uma saída, o horário é propício a isso, mas… E depois? Procurar amigos? Não dá, eles trabalham. Cinema? Não, sala cheia é horrível, mas vazia é pior. Shopping? Não, à tarde só tem alguns garotos(as) que não querem voltar para casa cedo.

No meu caso, finalmente eu havia conseguido sair no horário. Mas ao lembrar disso, bateu um desespero profundo, uma angústia lascada, um vazio horrível, justamente por não saber o que fazer à tarde. E ir para casa estava fora de cogitação. Pelo compromisso à noite, não compensava voltar mais cedo.

No fim das contas, acabei passando na Livraria Cultura, com todas as suas estantes e prateleiras. Antes eu só passava para ver algum livro já pré-escolhido e nunca havia parado para notar no tamanho da loja.

Assim que eu cheguei, já fui atraído pelo aroma do café, que vinha do Viena. Logo ao lado dela, acabei por ver alguns livros que eu sempre dizia ir comprar, mas nunca me dedicava a procurar por seus volumes.

E aí que veio a maior surpresa. Ao pegar um livro qualquer na estante, de nome cativante, logo na primeira folheada, um bilhete misterioso surgia.

”Procuramos o último membro
dos seis integrantes de nosso grupo de leitura.
Seja você, e me responda para o e-mail X…”

O bilhete bateu mais na curiosidade do que na vontade. Me perguntei o que seria o tal bilhete, mas nada que me despertasse tanto interesse. No fim, lá foi o papelzinho pro bolso da calça.

Mais ao lado, junto às revistas periódicas, uma gravura chamou muito a atenção. Já havia visto em algum lugar, mas não lembrava de onde. E mais uma vez a curiosidade vencia a batalha, e acabei por lendo a revista.

E assim foi, setor por setor, assunto por assunto, fosse livro, CD ou DVD. Quando percebi, estava chamando atenção por carregar um monte de livros da loja.

Perdido entre mistérios e misteriosos, somados as milhares somas de letras e números, em mais de suas mil prateleiras, de romanticos a políticos, técnicos a filosóficos, tudo é uma aventura.

E a hora passa tão depressa… Quando dei por mim, os ponteiros indicavam mais de 19hrs, e meu compromisso já havia furado… Sem escolha, fui para casa, agora com dois livros e um periódico.

Mas lembrar de tudo só me deixa um gosto de quero-mais…

Aliás… Lyane… Eu já disse que Bleach é bem interessante? rs…