Sexta Tem Noitada no Teatro…
Julho 20, 2009 at 3:34 pm | In Geral, Intimidade..., São Paulo, eu, lembranças, relacionamentos | 3 Comments
Nesta sexta tem musical no teatro. Pela segunda vez, irei ver A Bela e a Fera no Teatro Abril, que, aliás, foi o presente de dia dos namorados que eu dei a Caroline.
Fomos no dia dos namorados mesmo, e pegamos a segunda fileira do mesanino. Em verdade, os ingressos para a fileira que eu queria já haviam sido vendidos. E tudo porque o Teatro Abril, duas semanas antes da peça, em uma segunda, não divulgou se haveria ou não apresentação no dia 12.
Consequentemente, comprei as entradas dois dias depois, ao confirmar que haveria apresentação no dia. O mais triste de tudo, foi não ter arriscado ir à bilheteria na segunda, e ter de engolir a caixa dizendo que todas as cadeiras da primeira fileira foram vendidas naquele dia.
Resumindo, a peça me deixou muito surpreso, os atores são muito bons, as músicas são tocantes, o que compensa e muito para ver de novo. O único porém, mas aceitável, é o ator que faz a Fera, que tem o tom menos grave do que deveria ser. Mas isso são só detalhes.
O musical foi muito bom, melhor até do que eu imaginava. Já fazia tempos que eu não saía assim, de noite quase madrugada, ainda mais acompanhado. E como eu disse, vale a pena ver de novo.
Obs.: Desculpem se o texto não está bem escrito. Ainda estou tentando me redescobrir…
Poesia de Guardanapo… Saudade…
Janeiro 21, 2009 at 5:16 pm | In Intimidade..., Poesia de Guardanapo..., eu, lembranças, sentimentos | 4 CommentsPorque sempre há aquelas pessoas que marcam… E achamos que iremos morrer se os perdemos… Realmente, jovens são tolos…
Saudade
No coração jazia alegria,
E agora só há saudade.
Daquela noite escura e fria,
Onde contigo vi felicidade…
Saudade da tua companhia,
Saudade de teu terno beijo,
Saudade da tua alegria,
Como se há anos não te vejo…
Saudade de teu vivo riso,
Saudade de teu carinho,
Saudade de teu sorriso,
Saudade de não estar sozinho…
Saudade da felicidade.
Saudade como nunca senti,
Saudade forte, de verdade,
Saudade eterna só de ti…
Pequenas Verdades… Ainda lembro…
Novembro 24, 2008 at 8:22 pm | In Intimidade..., Pequenas Verdades..., devaneios, eu, lembranças, relacionamentos | 5 Comments- Como você me vê?
- Como alguém de quem gosto muito.
- Muito quanto?
- O quanto gostamos não se mede, com números. Apenas com o que faríamos por alguém.
- E o que você faria por mim?
- Se eu disser, estraga toda magia.
- Não gosto de ficar na curiosidade.
- Não fique. Apenas imagine.
- Imagino. Mas ficaremos juntos por muito tempo?
- Ao menos enquanto seus olhos esconderem seu lado triste…
Não sumi, não morri. Estou doente, sempre estive. Mas o problema maior, é que me perdi, nos longos caminhos da vida, onde o tempo é o menor de seus amigos, e as obrigações, a maior de suas fraquezas.
Calma. Fim de ano. Logo mais estou aqui.
Poesias de Guardanapo… Pesadelo…
Setembro 22, 2008 at 4:45 pm | In Poesia de Guardanapo..., eu, jovem, lembranças | 7 CommentsCom o tempo aprendemos que o melhor da vida é viver o agora… Com o tempo aprendemos que remoer o passado é errado e pode ser bem doloroso… Como jovens são tolos…….
Pesadelo
De tudo que antes jazia,
Só restou um tênue semblante…
Neste espelho que cinzas frias,
Tudo tornou-se entediante…
Estamos num pesadelo!
O mundo é um pesadelo!
Tudo está um pesadelo!
Viver tornou-se um pesadelo!
Chega! Não quero mais viver,
Neste mundo de pesadelos…
Desejo apenas acordar…
Acordar… Acordar… Acordar!
Acordar deste sonho…
Acordar deste amargo sonho……
Safari na Livraria Cultura…
Setembro 10, 2008 at 7:43 pm | In Mundo, São Paulo, blogosfera, cotidiano, eu, lembranças, rotina, trabalho | 13 Comments
Dia 09/09/08, terça-feira. Eram exatamente 13hrs, quando resolvi ir almoçar. Aliás, almoçar não. Ir embora.
Para quem trabalha oito horas por dia, trabalhar apenas quatro por dia, pode ser bem atrativo. Mas eu garanto. Não é. Claro que você são poucas horas, o que resulta em mais tempo para si mesmo.
Mas tente imaginar-se saindo as 13hrs, e não tendo a menor idéia do que fazer. Ir almoçar até pode ser uma saída, o horário é propício a isso, mas… E depois? Procurar amigos? Não dá, eles trabalham. Cinema? Não, sala cheia é horrível, mas vazia é pior. Shopping? Não, à tarde só tem alguns garotos(as) que não querem voltar para casa cedo.
No meu caso, finalmente eu havia conseguido sair no horário. Mas ao lembrar disso, bateu um desespero profundo, uma angústia lascada, um vazio horrível, justamente por não saber o que fazer à tarde. E ir para casa estava fora de cogitação. Pelo compromisso à noite, não compensava voltar mais cedo.
No fim das contas, acabei passando na Livraria Cultura, com todas as suas estantes e prateleiras. Antes eu só passava para ver algum livro já pré-escolhido e nunca havia parado para notar no tamanho da loja.
Assim que eu cheguei, já fui atraído pelo aroma do café, que vinha do Viena. Logo ao lado dela, acabei por ver alguns livros que eu sempre dizia ir comprar, mas nunca me dedicava a procurar por seus volumes.
E aí que veio a maior surpresa. Ao pegar um livro qualquer na estante, de nome cativante, logo na primeira folheada, um bilhete misterioso surgia.
”Procuramos o último membro
dos seis integrantes de nosso grupo de leitura.
Seja você, e me responda para o e-mail X…”
O bilhete bateu mais na curiosidade do que na vontade. Me perguntei o que seria o tal bilhete, mas nada que me despertasse tanto interesse. No fim, lá foi o papelzinho pro bolso da calça.
Mais ao lado, junto às revistas periódicas, uma gravura chamou muito a atenção. Já havia visto em algum lugar, mas não lembrava de onde. E mais uma vez a curiosidade vencia a batalha, e acabei por lendo a revista.
E assim foi, setor por setor, assunto por assunto, fosse livro, CD ou DVD. Quando percebi, estava chamando atenção por carregar um monte de livros da loja.
Perdido entre mistérios e misteriosos, somados as milhares somas de letras e números, em mais de suas mil prateleiras, de romanticos a políticos, técnicos a filosóficos, tudo é uma aventura.
E a hora passa tão depressa… Quando dei por mim, os ponteiros indicavam mais de 19hrs, e meu compromisso já havia furado… Sem escolha, fui para casa, agora com dois livros e um periódico.
Mas lembrar de tudo só me deixa um gosto de quero-mais…
Aliás… Lyane… Eu já disse que Bleach é bem interessante? rs…
Retratos da Vida Real… Divórcio…
Setembro 3, 2008 at 2:52 pm | In Retratos da Vida Real..., São Paulo, casa, eu, hoje, lembranças | 10 CommentsTudo começou há alguns meses, quando a conheci em uma loja próximo ao meu antigo trabalho, e, desde aquele dia, tudo mudou. Foi paixão a primeira vista, não teve jeito, quando percebi, já estávamos morando juntos.
E quando isso aconteceu, já não teve mais jeito. Apresentei para meus amigos e parentes, temendo ainda, que talvez eles não a aceitassem. Mas diferetne do que eu imaginava, a aceitação foi muito boa, salvo um comentário de meu pai que disse ao pé do meu ouvido, “É isso mesmo que você quer?’.
Passado esse momento, tudo foi se tornando mais e mais maravilhoso. Uma felicidade insuperável, com momentos de alegrias e satisfação, as quais não há como se definir em palavras.
Foram meses com muito divertimento. Eram shoppings, restaurantes, bares, viagens… Realmente, algo encantador. Mas… Isso, no começo…
Com o tempo ela começou a ficar ranzinza. Tudo aquilo que eu mais admirava, tornou-se lamentação. Se por um lado ela era um anjo, por outro sabia muito bem como me irritar profundamente.
Reclamava de tudo, mudava de opnião a todo momento, e quando contrariada, simplesmente parava no meio da rua. E era um sacrifício fazer com que ela me acompanhasse.
Quantas vezes eu não tentava fazer algum agrado que ela não aceitava muito bem? Quantas vezes fiquei esperando dias e dias até que ela mudasse seu humor?
Foi difícil. Aliás, muito difícil.
E a separação nunca é fácil, para ambos. Sempre no momento de despedida, vêm aquelas lambranças dos bons tempos que quase nos faz mudar de idéia no último momento, bem naquele em que pegamos a caneta para assinar o documento decisivo.
Dá saudades, não minto, sinto muitas até. Mas hoje me sinto bem melhor e mais aliviado. Me separar do meu golzinho Madalena não foi fácil…

É… Andar de ônibus não vai ser nada fácil… rs…
Poesias de Guardanapo… Amanhecer…
Julho 24, 2008 at 11:12 pm | In Geral, Intimidade..., Poesia de Guardanapo..., eu, jovem, lembranças, sentimentos | 8 CommentsDentre tantas coisas que eu fiz na adolescencia, tanto boas quanto ruins, alguma ficaram marcadas, e tornaram joias que eu carrego até hoje…
Para falar a verdade, são as poucas coisas as quais que me orgulho, e garanto, não são muitas.
Dentre tantas, foi em um caderno antigo, que eu guardei as minhas poesias… Ao menos na época, pareciam boas, hoje leio-as e acho infantis.
Aqui vai uma, escolhida a dedo.
Amanhecer…
A chuva cai, sem parar…
E leva-me as dores…
E lava-me a memória…
E deixa-me novas cores…
O céu nublado se revela…
E mostra-me um colorido,
Deste mundo a minha volta,
Por tanto tempo esquecido…
Novos peixes no aquário…
Novas flores no jardim…
Novas vestes no armário…
Desisto de tentar esquecer…
Apenas desejo recomeçar…
Meu mundo voltou a girar…
Tremulidades Sentimentais… Lembranças…
Julho 17, 2008 at 11:32 pm | In Intimidade..., São Paulo, Tremulidades sentimentais..., casa, eu, lembranças, relacionamentos, sentimentos | 6 CommentsUma pessoa muito querida me disse uma vez, com o toda a severidade possível, tal qual uma mãe pune sua criança. a época, eu não entendi muito bem suas palavras.
“Não se vive enterrado no passado, não se vive sonhando com o futuro.
Mas jamais se vive sem os dois.”
Devo admitir que ainda hoje, não sei o quão profundo elas são, ou pareçam que são. Ao menos até essa semana, quando decidi fuçar nas minhas velharias, atrás de não lembro o que.
Terça de manhã, troquei de roupa, coloquei uma máscara, o óculos e peguei a chave no armário indo até o quarto, cuidadosamente, como uma criança prestes a fazer besteiras.
O quarto em si estava sempre fechado e fica no fundo da casa, isolado o suficiente para que poucas pessoas notem sua real presença.
Chave na fechadura… Puxa um pouquinho e lá se vão duas voltas acompanhadas dum estalo comprido… Giro da maçaneta e surge outro estalo comprido…
Assim que entrei senti o pó subir com a brusca movimentação e vi o quanto deveria limpar aquele quarto, já que são anos e anos que ninguém o abre.
Com a janela aberta, a poeira foi baixando, e pude ver claramente algumas coisas do quarto. Lentamente fui invadido por uma exurrada de lembranças e recordações, que há tempos havia decidido trancar naquele quarto…
Lembranças boas e lembranças ruins… Doces e amargas, de festas e enterros, alegres e tristes, da infância e da adolescência, com parentes, amigos, ex-amigos…
Cartas e fotos que eu jurava ter jogado fora… Momentos que eu havia jurado esquecer… Tudo, novamente voltava para o seu devido lugar…
Atendendo um conselho de um amigo, “alguns mistérios, serão quebrados…”
Retratos da Vida Real… Ein? Como?
Julho 12, 2008 at 6:43 pm | In Intimidade..., Retratos da Vida Real..., São Paulo, eu, jovem, lembranças | 10 Comments
Há alguns anos atrás, quando eu ainda trabalhava no banco, peguei o péssimo hábito de ir no bar, logo após o expediente. E não eram poucos os fatores que me incentivavam a esse horríel hábito.
Havia acabado de terminar o namoro, havia os convites dos colegas funcionários, sem contar que os bares ficavam atrás de uma Faculdade.
Em uma dessas noites, justo numa sexta-feira, acabei voltando para casa já bem tarde da noite, perto das 4hs da matina quando eu peguei o primeiro metrô do dia.
Cheguei em casa, dei um alo pro pai já ia se deitar (meu pai também é desenhista), assaltei a geladeira, joguei uma ducha e me deitei. Do jeito que caí, fiquei.
Por volta das 8 da manhã, em um pleno sábado de sol, depois de uma noitada daquelas, alguém resolve tocar minha campainha. Até tentei ignorar, mas não deu muito certo.
Agora imaginem a cena. Eu na época, magro, branco, com os cabelos todos embaraçados, com a cara toda amasssada, usando a primeira camisa que eu vi, me perguntando quem diabos resolve me acordar aquela hora.
Antes de continuar só uma coisa. Eu creio em Deus, mas não tenho uma religião própriamente escolhida. E não tenho nada contra nenhuma delas.
As ditas cujas eram testemunhas de Jeová chamando os moradores da região para que fossem visitar a igreja.
E conversa vai, conversa vem, fui jogando minhas desculpas, tentando voltar pra cama. Mas isso tudo ainda tentando ser educado pela “boa vontade” das senhoras.
Foi então que eu percebi, do outro lado da rua, um grupo de jovens entre 16-20 anos, todos bem vestidos de social, e pela região onde eu morava, achei muito estranha a situação.
- Então. Venha nos visitar um dia! – olha para trás – Essas gracinhas fazem parte do grupo de jovens e acho que adorará fazer parte dele.
Depois de um convite desses, eu preciso dizer alguma coisa? Odeio quando tentam me comprar…
Dia dos Namorados…
Junho 12, 2008 at 7:14 pm | In Intimidade..., São Paulo, eu, festas, hoje, lembranças, relacionamentos, sentimentos | 5 Comments
Esse dia nunca significou muito para mim. Não mais do que só mais um dia do calendário, dentre os 365 existentes no ano.
Hoje, após muito tempo sozinho, sou obrigado a morder minha lingua, e sei o quanto é gostoso estar com alguém…
Pela primeira vez, me sinto atraente e querido, vivendo momentos nunca imaginados e relembrado sensações já há muito esquecida.
O pouco tempo que passamos junto, já foi o suficiente para tornar alguns simples momentos em inesquecíveis jóias raras.
E a cada dia que passa, me vejo mais envolvido, e ao mesmo tempo, receoso pela incerteza do início, mas desejando que este ano tudo seja diferente, em um completo festival de surpresas e redescobertas.
Feliz dia dos namorados, minha querida Caroline.
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