Jogos Mortais… Orgulho e Preconceito…
Agosto 27, 2009 at 8:44 pm | In Geral, Jogos Mortais, Mundo, São Paulo, contos, sexo | 7 Comments
Márcia, 25 anos, pele clara, cabelos negros medianos e lisos, peso ideal e altura compatível, gerente executiva da parte financeira de uma empresa de renome localizada próximo à Paulista e a Augusta. O tipo de mulher que muitas gostariam de ser, e que muitos adorariam ter.
Mas nada na vida é perfeito e auto-suficiente. Tudo existe em pares, sejam eles quais forem, assim como o dentro não existe sem o fora, ou o esquerdo sem o direito. Aquilo que pode ser perfeito por um lado certamente é cheio de imperfeições do outro. Ela não é diferente.
Por trás desta bela e bem sucedida jovem, há uma mulher cheia de desejos e vontades. O amor e o prazer até então nunca lhe foram apresentados, mesmo em seus relacionamentos anteriores.
Um dia chega ao escritório e o que se vê são só olhares dos muitos funcionários. A sala que antes de sua chegada era só convesas e risos, na sua presença se tornara silenciosa, apenas quebrada por alguns susuros ao fundo.
Sem entender porquê entra em sua sala, e se depara com o motivo. Jogada sobre a mesa, um cartaz seu, com uma foto provocadora, da época em que não estava na empresa. Esquecera que havia feito um ensaio para uma certa revista.
Atônita apenas se aproxima da mesa e analisa com calma, tentando se lembrar onde foi que falhara. Não entendia como aquilo havia saído de seu computador pessoal, ou quem havia retirado.
Pegou o cartaz e o enrolou. Colocou em uma pasta e saiu de sua sala, e novamente o mesmo silêncio agonizante. Envergonhada, não tinha coragem de encarar as pessoas, diante da vergonha da exposição, onde ao fundo ouvia-se claramente é ela mesmo, quem diria!?.
Depois disso, ao que se sabe, foi o pedido de afastamento.
Desejos são desejos, vontades são apenas vontades. Tê-los ou não é natural de cada um. Seria errado se todos soubessem? Até onde vai o orgulho diante de uma sociedade repleta de preceitos e preconceitos?
Sexta Tem Noitada no Teatro…
Julho 20, 2009 at 3:34 pm | In Geral, Intimidade..., São Paulo, eu, lembranças, relacionamentos | 3 Comments
Nesta sexta tem musical no teatro. Pela segunda vez, irei ver A Bela e a Fera no Teatro Abril, que, aliás, foi o presente de dia dos namorados que eu dei a Caroline.
Fomos no dia dos namorados mesmo, e pegamos a segunda fileira do mesanino. Em verdade, os ingressos para a fileira que eu queria já haviam sido vendidos. E tudo porque o Teatro Abril, duas semanas antes da peça, em uma segunda, não divulgou se haveria ou não apresentação no dia 12.
Consequentemente, comprei as entradas dois dias depois, ao confirmar que haveria apresentação no dia. O mais triste de tudo, foi não ter arriscado ir à bilheteria na segunda, e ter de engolir a caixa dizendo que todas as cadeiras da primeira fileira foram vendidas naquele dia.
Resumindo, a peça me deixou muito surpreso, os atores são muito bons, as músicas são tocantes, o que compensa e muito para ver de novo. O único porém, mas aceitável, é o ator que faz a Fera, que tem o tom menos grave do que deveria ser. Mas isso são só detalhes.
O musical foi muito bom, melhor até do que eu imaginava. Já fazia tempos que eu não saía assim, de noite quase madrugada, ainda mais acompanhado. E como eu disse, vale a pena ver de novo.
Obs.: Desculpem se o texto não está bem escrito. Ainda estou tentando me redescobrir…
Rapidinha de Cinco Segundos…
Novembro 1, 2008 at 12:32 am | In Internet, São Paulo, eu, trabalho | 6 Comments
Se você veio aqui esperando encontrar algo com conteúdo sexual, sinto te dizer que algo assim só virá daqui um tempo, com alguns contos e histórias que estou terminando, e logo mais conto à vocês.
Enquanto isso, esperem, pois, o motivo do meu sumiço, é, novamente, trabalho.
Agora por exemplo, não estou em casa. E no meu bairro, estou sem telefone, e, infelizmente, internet. O motivo é simples e único. A prefeitura resolveu mexer nas árvores da rua, e uma delas, acidentalmente rompeu alguns fios.
E para melhorar a minha sorte, devido à obra da Faculdade de Medicina, alguns cabos de fibra ótica também se romperam. É triste coisas assim.
Então… Até um dia qualquer. Até quando, não sei.
Inferno Real e Imediato…
Outubro 13, 2008 at 2:47 pm | In São Paulo, hoje, rotina, trabalho | 6 Comments![]()
Não me culpem, não briguem comigo. Mas se o inferno realmente existe, com certeza o “tirar o atraso dos outros” faz parte das punições.
Só explicando… Essa semana está cheia e provavelmente estarei off até quarta.
E enquanto isso… Brasília me espera… E cheia de serviços…
Retratos da Vida Real… Enlatados…
Setembro 29, 2008 at 3:27 pm | In Geral, Retratos da Vida Real..., São Paulo, cotidiano, hoje, trabalho | 10 Comments
Depois que vendi meu carro, muita coisa mudou em minha vida, e já sinto claramente as conseqüências disso.
Já não pego mais tanto trânsito, não me preocupo com IPVA ou multas, não esquento mais com pedestre que insiste em atravessar cinco metros antes da faixa, entre outras coisas.
Claro que sempre há aquele horário de rush diário, onde é um Deus-nos-Acuda para ver quem chega em casa primeiro. Ou a chuva que chega de surpresa logo que você desce do transporte.
São casualidades que acontecem, incomoda, claro, mas não é nada absurdo e chega a fazer falta quando não se têm… E creio eu, faz parte de qualquer grande metrópole.
Mas…
O que incomoda mesmo, é sair de casa cedo e pegar o trânsito. Não de carros, mas de pessoas nas metrovias. São catorze estações até chegar ao trabalho, pessoas mais entram do que saem, e sempre fica aquele aperta-aperta do último que acha que tem espaço para mais um.
Há quem diga que tudo isso, é decorrente da falta de cultura e educação das classes mais baixas, em geral provenientes das cidades vizinhas e zona leste, pela falta de acesso a informação.
Verdade?
Não! Mentira. Sem generalizar, os que mais atrapalham, apertam e empurram são os engravatados trabalhadores de escritório da Paulista. Aqueles que claramente se vê em conversas absurdas e fúteis, daquelas que incomodam o ouvido só de ouvir a primeira letra.
Culpa deles? Não em todo, o transporte deixa muito a desejar e o governo mesmo, não faz muito para merecer os votos realmente merecidos.
Sinceramente? Que falta da minha Madalena… rs….
Safari na Livraria Cultura…
Setembro 10, 2008 at 7:43 pm | In Mundo, São Paulo, blogosfera, cotidiano, eu, lembranças, rotina, trabalho | 13 Comments
Dia 09/09/08, terça-feira. Eram exatamente 13hrs, quando resolvi ir almoçar. Aliás, almoçar não. Ir embora.
Para quem trabalha oito horas por dia, trabalhar apenas quatro por dia, pode ser bem atrativo. Mas eu garanto. Não é. Claro que você são poucas horas, o que resulta em mais tempo para si mesmo.
Mas tente imaginar-se saindo as 13hrs, e não tendo a menor idéia do que fazer. Ir almoçar até pode ser uma saída, o horário é propício a isso, mas… E depois? Procurar amigos? Não dá, eles trabalham. Cinema? Não, sala cheia é horrível, mas vazia é pior. Shopping? Não, à tarde só tem alguns garotos(as) que não querem voltar para casa cedo.
No meu caso, finalmente eu havia conseguido sair no horário. Mas ao lembrar disso, bateu um desespero profundo, uma angústia lascada, um vazio horrível, justamente por não saber o que fazer à tarde. E ir para casa estava fora de cogitação. Pelo compromisso à noite, não compensava voltar mais cedo.
No fim das contas, acabei passando na Livraria Cultura, com todas as suas estantes e prateleiras. Antes eu só passava para ver algum livro já pré-escolhido e nunca havia parado para notar no tamanho da loja.
Assim que eu cheguei, já fui atraído pelo aroma do café, que vinha do Viena. Logo ao lado dela, acabei por ver alguns livros que eu sempre dizia ir comprar, mas nunca me dedicava a procurar por seus volumes.
E aí que veio a maior surpresa. Ao pegar um livro qualquer na estante, de nome cativante, logo na primeira folheada, um bilhete misterioso surgia.
”Procuramos o último membro
dos seis integrantes de nosso grupo de leitura.
Seja você, e me responda para o e-mail X…”
O bilhete bateu mais na curiosidade do que na vontade. Me perguntei o que seria o tal bilhete, mas nada que me despertasse tanto interesse. No fim, lá foi o papelzinho pro bolso da calça.
Mais ao lado, junto às revistas periódicas, uma gravura chamou muito a atenção. Já havia visto em algum lugar, mas não lembrava de onde. E mais uma vez a curiosidade vencia a batalha, e acabei por lendo a revista.
E assim foi, setor por setor, assunto por assunto, fosse livro, CD ou DVD. Quando percebi, estava chamando atenção por carregar um monte de livros da loja.
Perdido entre mistérios e misteriosos, somados as milhares somas de letras e números, em mais de suas mil prateleiras, de romanticos a políticos, técnicos a filosóficos, tudo é uma aventura.
E a hora passa tão depressa… Quando dei por mim, os ponteiros indicavam mais de 19hrs, e meu compromisso já havia furado… Sem escolha, fui para casa, agora com dois livros e um periódico.
Mas lembrar de tudo só me deixa um gosto de quero-mais…
Aliás… Lyane… Eu já disse que Bleach é bem interessante? rs…
Retratos da Vida Real… Divórcio…
Setembro 3, 2008 at 2:52 pm | In Retratos da Vida Real..., São Paulo, casa, eu, hoje, lembranças | 10 CommentsTudo começou há alguns meses, quando a conheci em uma loja próximo ao meu antigo trabalho, e, desde aquele dia, tudo mudou. Foi paixão a primeira vista, não teve jeito, quando percebi, já estávamos morando juntos.
E quando isso aconteceu, já não teve mais jeito. Apresentei para meus amigos e parentes, temendo ainda, que talvez eles não a aceitassem. Mas diferetne do que eu imaginava, a aceitação foi muito boa, salvo um comentário de meu pai que disse ao pé do meu ouvido, “É isso mesmo que você quer?’.
Passado esse momento, tudo foi se tornando mais e mais maravilhoso. Uma felicidade insuperável, com momentos de alegrias e satisfação, as quais não há como se definir em palavras.
Foram meses com muito divertimento. Eram shoppings, restaurantes, bares, viagens… Realmente, algo encantador. Mas… Isso, no começo…
Com o tempo ela começou a ficar ranzinza. Tudo aquilo que eu mais admirava, tornou-se lamentação. Se por um lado ela era um anjo, por outro sabia muito bem como me irritar profundamente.
Reclamava de tudo, mudava de opnião a todo momento, e quando contrariada, simplesmente parava no meio da rua. E era um sacrifício fazer com que ela me acompanhasse.
Quantas vezes eu não tentava fazer algum agrado que ela não aceitava muito bem? Quantas vezes fiquei esperando dias e dias até que ela mudasse seu humor?
Foi difícil. Aliás, muito difícil.
E a separação nunca é fácil, para ambos. Sempre no momento de despedida, vêm aquelas lambranças dos bons tempos que quase nos faz mudar de idéia no último momento, bem naquele em que pegamos a caneta para assinar o documento decisivo.
Dá saudades, não minto, sinto muitas até. Mas hoje me sinto bem melhor e mais aliviado. Me separar do meu golzinho Madalena não foi fácil…

É… Andar de ônibus não vai ser nada fácil… rs…
Desventuras na Noite Paulista… Promessas 2…
Agosto 26, 2008 at 2:37 pm | In Intimidade..., São Paulo, blogosfera, cotidiano, relacionamentos | 9 Comments
Continuação de Desventuras na Noite Paulista… Promessas…
No dia seguinte não foi fácil enfrentar a ansiosidade e a curiosidade. As horas simplesmente não passavam e cada olhadela no relógio no canto do monitor, parecia sempre mostrar os mesmo dígitos.
Foi incrível ter percebido que certos trabalhos que normalmente duram horas, podem ser resolvidos em questões de minutos. Mas que fique bem claro que isso é um segredo só nosso… rs…
Depois de uma batelada de hormônios, em locais e horas marcados, lá estava eu, chegando atrasado, como corriqueiramente acontece no meu dia-a-dia. Homens tendem a chegar atrasado em datas e horas importantes.
O lugar marcado, era a frente do Center 3, um suposto shopping que fica no fim da Paulista, quase cruzamento com a Augusta. Pelo horário eu já deveria saber do movimento que atrapalharia o reconhecimento.
Admito. Sou mais um pobre e ingênuo que ainda acredita que Murph está sempre errado. rs.
Procurei no bolso, a foto que ela havia me enviado. Procura daqui, procura dali, e ao sinal do desespero de te-la esquecido sobre a mesa, o celular toca. Era ela.
- Estou na frente do banco.
- Ok. Já estou chegando.
Dois passoa à direita e lá estava ela. Alta, com seus cabelos cacheados caídos nos ombros, vestindo uma calça social preta e uma blusa estampada, usando bolsa que combinava com tudo.
Esperei que ela olhasse em minha direção, e quando o fez, ascenei, sendo retribuído com um sorriso.
Foi a vez do clima pesado entrar em cena. Aquele que sempre aparece quando não sabemos por onde puxar um ou outro assunto. Olhos ao lado, olhos ao outro, decidimos parar no Starbuckets. Escolha dela, já que eu prefiro Fran´s.
Pedidos feitos, clientes à mesa. E o que veio à seguir, foi a queda do muro de silêncio. Foram horas e mais horas de conversa, do real ao virtual, em uma volta gigantesca que ia desde gostos e desgostos às simples lembranças da infância de cada um.
Foi interessante poder ver o outro lado, ter o acesso ao toque, ao cheiro e ao som… Poder ver claramente o outro lado em todas as suas formas, escondidas atrás de letras e números na tela do monitor.
Quando dei por mim já era tarde, o atendente pedia educadamente a nossa retirada e à nossa volta, um ou outro casal também se retirando do ambiente, agora envolvido pelo sinlêncio do fim do dia.
Do lado de fora, a Paulista já estava adormecendo, com poucos carros indo e vindo, mostrando um ponto de vista estranho quando se pensa na Gigante Paulista.
Houve conversa, houve risos, houve carinho e amor. E ao fim, apenas um sorriso bastou para que nos entendêssemos. A amizade é a única que pode conter todos os sentimentos, sem estragar o laço existente.
Desventuras na Noite Paulista… Promessas…
Agosto 14, 2008 at 6:48 pm | In Geral, Internet, Intimidade..., São Paulo, blogosfera, eu | 3 CommentsEra um dia como outro qualquer. O trabalho estava bem calmo, mas o suficiente não ficar parado. Entre um artigo e outro, acompanhado de alguns desenhos, smpre uma xícara de café e o cigarro que ainda penso em parar.
Quando sobrou um tempo, ainda pensei em ver o que acontecia na blogosfera, quando meu chefe entra e me entra mais um briefing para analisar. Inesperadamente, chega um sms, fazendo o celular pular da mesa e consequentemente caindo, quebrando todo o silêncio da sala.
“Você me deve um café! E não me venha com desculpas.
É meu aniversário e você não pode negar. rs.”
Era Lyn Monroe do Confesso… me cobrando uma antiga dívida. Havia prometido, e iria cumprir. Não minto se eu disser que eu dei uma boa enrolada, mas daquela vez, não havia mais escapatória. rs…
- Lyn?
- Oi Alec!
- Recebi a sua mensagem. Quando você prefere?
- Amanhã? 19hrs? Center 3?
- Eu confirmo amanhã. Posso?
- Sem me enrolar de novo! Esse café já está com altos juros!
- Calma. Com ou sem juros, vai ser pago!
- Ok. Fico esperando.
Os acontecimentos que vieram depois estragaram completamente o meu dia. A começar o trabalho que surgiu do nada, de uma hora para outra. Até consegui sair as 19h, mas a noite, para não ajudar, trouxe-me o trânsito inesperado em uma rua paralela.
Fiquei preso durante 20 minutos até perder a paciência, e tentar contornar pela principal, o que não deu muito certo. No fim das contas, depois de mais 20 minutos tentando sair de lá, acabei contornando e mudando minha rota, de “casa-com-banho-e-janta” para “janta-no-barulhento-shopping-tumultuado”.
Já mais tarde em casa, consegui finalmente o descanso tão esperado. E até tentei assistir um ou outro dvd da primeira temporada de House. Mas não deu muito certo e só fui perceber isso quando acordei no sofá, todo dolorido em plena 3:27h da manhã.
No dia seguinte… E no caso, no post seguinte… rs…
Jogos Mortais – Ciclo da Vida
Agosto 11, 2008 at 1:38 pm | In Geral, Jogos Mortais, São Paulo, contos, relacionamentos, sexo | 7 Comments
Marcos e Clara. Ele médico pesquisador, ela promotora de eventos.
Ele mora em Goiânia e pela primeira vez vinha a São Paulo para uma convenção da área. Ela por sua vez, vinha de Florianópolis, para visitar uma amiga, ex-colega de faculdade, que iria se casar.
Um desconhecia a existência do outro, e, tocavam sua vida, indiferente aos acontecimentos à sua volta, apenas marcados pelo acaso da noite, em uma distante cidade chamada São Paulo.
Duas pessoas incríveis, duas personalidades marcantes, dois destinos, duas vidas complexas. O destino para ambos era algo misterioso, que apenas o tempo era capaz de descrever.
Mas o destino em si adora brincar, dando nós as diversas linhas vitais e individuais, criando assim os acasos
que giram o mundo. Com eles não foi diferente.
Naquela chuvosa noite de sexta feira, justo naquela noite, tudo deveria ser como já havia sido planejado. Ele estaria no hotel se preparando para a viagem de volta e ela já estaria se deitando, na casa da amiga.
Mas uma seqüência inesperada de fatos, resultou no encontro dos dois.
Foi em um bar de uma danceteria próxima, que tudo aconteceu. No meio do tumulto que estava, eles acabaram conhecendo. Conversaram a noite inteira, e depois de muitos martinis e St.Remy´s, a magia aconteceu.
No dia seguinte, quando ele acordou, ela já tinha ido, sem nada para que ele pudesse encontra-la. Não entendia porque, mas sabia que não havia muito que pudesse fazer.
Meses depois, em Florianópolis, nascia uma menina, de nome Paula. Sua mãe, Clara, apenas não se perdoava pelo que fizera, se sentia promíscua, impura.
Enquanto isso, em Goiânia, Marcos apenas tentava entender porque ela havia partido sem dizer nada…
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