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Meme Banda Musical…

Este é apenas mais um meme, que não foi passado a mim, mas que tomo a liberdade de responder, já que o gostoso mesmo não é o obrigatório, mas o espontâneo.

Ele foi tirado do blog Segunda à Sexta, escrito pelo Mr. J. Os posts, tem em sua grande maioria, um trecho de alguma música do gosto do autor, e o conteúdo em si, é bem chamativo, com frases bem colocadas e cenas do dia a dia.

A proposta deste meme é bem simples, diferente e chega a ser engraçada.

Primeiro você clica aqui, e descobre o nome da sua banda. Hum… Ok ok… Agora, você deve clicar aqui, e as quatro últimas palavras da última frase será o nome do seu álbum. E por último, mas não menos importante, clique aqui e descubra que a terceira imagem é a capa do seu álbum.

Depois disso, se for do seu desejo, faça uma montagem da capa do, do jeito que você conseguir. Nada que um paint brush não faça… rs…

E com vocês… A banda W Fry lançando de seu novo álbum Sort of a Tired Feeling.

Uma banda nova e diferente, do jeito que você nunca viu! À venda nos piores camelôs do centro. rs…

Como trabalho com isso, acho que exagerei um pouco nas alterações na imagem original. Contudo, para quem quiser, clique aqui e compare.

Uma boa tarde à todos.

Eram quatro da tarde, aproximadamente, quando saí do trabalho, e, pela preguiça, mais cansaço, somados ao trânsito que começa nesse horário, fui de metrô.

Em verdade ele não estava cheio, com espaço suficiente para que as pessoas ficassem uma ao lado da outra, sem tumulto ou aperto exagerado.

Foi quando percebi uma bela moça, ao meu lado, bem vestida, de social, uma única pasta sob o braço, cabelos loiros presos, realmente uma moça bonita.

Minutos depois, logo na estação Vergueiro, entrou uma leva de pessoas, todas desesperadas querendo chegar em casa, e entre elas, um moço, na faixa dos 20-25 anos.

O metrô então, ficou mais apertado, e como consequência, algumas pessoas tiveram que dividir mais seus espaços, e aquela moça, agora, tinha o rapaz às suas costas.

Até então, não havia nenhum problema, já que o vagão estava cheio mesmo, e não havia muito o que fazer. Mas, para piorar ainda mais a situação, o rapaz começou a rebolar, discretamente mas o suficiente para que eu percebesse.

E foi aí que aconteceu o inesperado… Na primeira parada, ela simplesmente virou o rosto para o lado e disse em alto e bom som, quebrando o silêncio e o suficiente para que todos ouvissem.

- Querido, pode rebolar à vontade atrás de mim. Mas se ve se goza logo, que eu vou ter que descer na próxima estação!!

Acho que esse vai pensar duas vezes antes a partir de agora… rs…

A Soma dos Medos…

A manhã mal começa e já sinto o corpo pesado. Na verdade, eu sei e ninguém precisa dizer, não tive uma noite muito boa.

O sono tem se dispersado facilmente. Maldita soma…

Mas já estou acostumado.

Como eu disse antes, não é de hoje que eu estou doente. E tão logo sei, o que acontecerá, como se fosse a lista de clichês de algum filme, ou a regra mensal feminina.

Como antes, Já sei que os problemas passarão, os remédios acabarão, ficarei um tempo bem e daqui dois meses, tudo acontecerá novamente.

Claro que há os agravantes e os atenuantes. E independente do que eu ache, tudo dependerá somente da minha força de vontade, ou à falta da mesma.

Eu fiz minha escolha, e estou crente que não é o que eu quero, mas deve ser o melhor para mim. Ou não, não sei o dia de amanhã, mas é o que eu estou seguindo.

E digo e repito… Parar de fumar nunca foi uma escolha, e chego a admitir, vergonhasamente, que não é algo que eu queira.

Infelizmente hoje, não é uma questão de escolha, mas de decisão. Um ponto final, que tende a decidir o fim de um hábito vício maldito e discriminado, ou o fim da vida, no caso, deste que aqui escreve.

A dificuldade agora é enfrentar esse problema, se jogar sobre a decisão, agarra-la e não solta-la. Infelizmente, não é fácil, nunca foi e acredito eu, jamais será.

Ainda mais dormindo pouco. Aliás, muito pouco. E o motivo dessa insônia, é o resultado da soma de muitos motivos.

Desde sexta feira, quando fumei meu último cigarro, estou extremamente ansioso. Melhor… Desesperado, angustiado, nervoso… A soma desses medos, têm me tirado o sono de um jeito que eu nunca vi.

Mas tudo tem suas recompensas. Creio eu, no meu caso, quem sabe mais alguns meses de vida. rs…

Em verdade rezo para conseguir seguir essa decisão. Pois, de certa forma, como eu já disse, tenho um motivo maior para continuar a viver.

Era um garoto, que como eu…
…acredita na vida plenamente…
…traça seu destino pelo instinto…
…reza pelo dia do amanhã…

E…

…Como tantos, entre deveres e obrigações, ainda…
…sonha por um mundo melhor…
…engole as lágrimas nas horas difíceis…

Mas…

…A vida não para e ele continua…
…lutando por um mundo digno…
…na batalha, dia a dia com fé…
…(sobre)vivendo esse dia a dia…

Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena…

Ou PARA ou você PARA!

Segunda, 22:27:02hrs, Hospital SPM.

Após um longo dia de trabalho, acabei indo parar no pronto socorro. Após alguns exames, veio o doutor e me deu a notícia…

- Alec. Ou você para, ou você PARA!

Maldita frase. Ficou ressoando em minha cabeça, desde o momento que eu a ouvi, até poucas horas atrás. Simplesmente um frase que eu não queria ouvir.

É estranho mas, grande parte de problemas que vemos, e isso só percebemos mesmo com a idade, é resultado do estrago acumulado, vindo de pequenos hábitos que se deram início na adolescência.

No meu caso, não é a bebida casual, não são as noites mal durmidas, ou a alimentação em horários randômicos. É algo vergonhoso e bem pior, no caso, o cigarro.

A verdade toda, é que eu estou doente. Aliás, eu sou doente. Onde já se viu, um asmático, fumar? Se nem “louco de hospício” consegue entender, quem dirá eu.

Desde pequeno eu tenho crises asmáticas. Antes mais fortes e frequentes, hoje mais tênues e esporádicas. Mas nunca deixaram de existir e há um bom tempo deixei de me preocupar.

Erro meu, talvez pela comodidade da compra e uso dos medicamentos. Talvez pelo simples descaso. Mas de uma forma ou outra, uma atitude completamente errada.

Já me disseram que eu tenho que me cuidar, mas eu nunca levei a sério, e sempre teimava dizendo “outro dia” ou “outra hora”. Hoje não há mais jeito.

Maldito grande dilema. Talvez seja o primeiro de muitos outros que virão. Ou quem sabe, seja o único em toda a minha vida. Mas com certeza, decisivo.

PARAR ou PARAR, eis a questão.

Não me perguntem, e eu mesmo não vou responder. Me critiquem, me destruam, o façam se assim desejarem. Pois, diante de tal vergonha, não me resta outra escolha, à não ser, ouvir calado.

Resumo do Feriado…

Sexta-feira, 18:32:45hrs.

Sentado à varanda, entre um cigarro e outro, aprecio calmamente o descanso do sol. O vento se aproxima, sutilmente, como uma criança à espreita, remexendo vagarosamente meus negros cabelos.

Entre uma espreguiçada e outra, levantei, ainda observando a mudança no céu. E assim fiquei, até que o poderoso repousou por completo.

Passando pelo quarto, a cama finalmente arrumada convidava para um cochilo, daqueles longos, de fim de tarde, carregados de preguiça e dengo. Não agora.

Na sala, o piso branco completamente limpo, e os tapetes em suas posições exatas, acompanhada por alguns livros empilhados, a serem doados. Livros que eu pensei ler, e hoje me desfaço.

Na pia uma enorme bagunça. São pratos, talheres e copos diversos, todos esperando o bendito banho de espuma, seguidos do toque sutil da toalha de cozinha.

Ligo o som, o cd foi trocado, dando a Norah Jones, após dias seguidos de trabalho, um breve descanso. Agora o espaço foi aberto novamente, e quem assume é LeAnn Rimes.

A música começa… Escuto cada palavra, letra, vibração… Tão Profundo… E quando menos espero, estou imerso em lembranças, tão doces e recentes, como há tempos não sentia…

Pequenos detalhes e desejos surgiram. Pequenos, sim… Mas, a partir deste momento, suficientemente capazes de mudar toda uma vida inteira…

Namorar, antes, nunca me pareceu tão atrativo.

Para quem não viu, sexta-feira passada, dia 16, participei da virada cultural “Coisas do Brasil”, de Andréa Motta.

O que eu não esperava era o aumento significativo das muitas pessoas novas, que antes não passavam por aqui. Dentre elas, Marcinha*, do blog Poder do Amor, que foi de onde tirei este meme.

Eu não pude passar muito tempo lá, já que o dia está um pouco pesado, mas vi que trata de sentimentalismo puro e profundo, com atualização frequente, entre poesias e textos carregados.

A prosposta é responder a 15 questões, sendo 3 alegrias, 3 medos, 3 objetivos, 3 obsessões atuais/coleções, 3 fatos surpreendentes… E ao final, indicar para 5 pessoas.

As 3 alegrias…

  • Minha pequena irmãzinha C.
  • Meus primos e amigos.
  • Sexta-Feira na Paulista

Os 3 medos…

  • Inexistência do café
  • Inexistência de whiky
  • Existência de mais idade

Os 3 objetivos…

  • Caminhar por Paris
  • Reconhecido pelo talento, seja qual for
  • Viver, sorrir e conseguir acreditar

    As 3 obsessões atuais…

    • Músicas de diversos países
    • Sereados, em especial House
    • Sair, andar, conhecer e viver

      Os 3 fatos surpreendentes…

      • Saber a quantidade de pessoas próximas, que falesceram.
      • Quantas vezes que eu disse “não estou afim”, na hora H.
      • Qualquer informação pessoal sobre a minha pessoa.

      Os 5 indicados…

      Não é de meu feitio intimar as pessoas para que elas respondam aos memes, ainda que eu creio que esses tipos de “brincadeira” são mais gostosos de se ler, quando vindo de livre e espontânea vontade.

      Mas já que me deram tal direito, cá estou pedindo aos indicados para que respondam, acrescentando também, que, aqueles que quiserem, sintam-se à vontade de responde-los, só me avisando para que eu os leia.

        Saí do trabalho um pouco mais tarde do que o costume, mas mesmo assim não foi tarde o bastante. Acabei tendo que perambular pelas ruas até dar o horário marcado, no caso 22:00hrs.

        Deu tempo o suficiente para sacar dinheiro, tomar um café quente (estava muito frio), ver algumas revistas na banca, e claro, me abastecer de nicotina pelo final de semana inteiro.

        Mas dito e feito, no horário marcado, estávamos todos lá, no novo apartamento do M.

        Assim que chegamos já fomos jogar algumas partidas de “Duvido”. Para minha surpresa, já estava tudo arrumado, a mesa, as fichas, as cadeiras e até mesmo o cinzeiro para que eu usasse.

        Para quem não conhece o jogo, funciona da seguinte forma:
        Um jogador, coloca sobre a mesa uma carta, voltado para baixo, dizendo o valor daquela carta. O próximo o faz também. Mas isso não significa que ele o tenha feito realmente. Sendo assim, qualquer pessoa pode duvidar do último jogador. Se for a carta mesmo, quem duvidou fica com as cartas da mesa, se não, o “mentiroso” é quem pega. Ganha quem ficar sem cartas.

        Na primeira partida, até que fui bem, cheguei bem perto, mas como quase sempre, M. foi o vencedor. Na segunda, já meio desanimado, nem pensava mais em ganhar, e desta vez, F. levou a vitória.

        Minutos depois fomos jantar. Pela tradição, ou é Pizza, ou é Fora. Naquela noite, foi fora, e para a minha surpresa, fomos comer “japonês”.

        Acho que posso contar nos dedos as vezes que eu fui num restaurante japonês. Normalmente aproveito do restaurante que eu almoço, que sempre serve um ou dois pratos.

        Sinceramente, a comida foi muito boa, servem bem, e eu até recomendo o restaurante para quem quiser ir… Mas foi só quando eu vi a conta, que eu lembrei como esses restaurantes são caros.

        Bom… O fim da noite foi pratimente regado à mais partidas, pequenos vídeos, muito cigarro e… Novidades… Muitas por sinal, o que demonstra o quanto eu fiquei ausente entre eles.

        Eu ri de muitas coisas, chorei sobre outras, ouvi conselhos de um e fui ouvido por outros. Compartilhei sobre o que acho e penso, e fui aceito por ser quem sou…

        E a noite seguiu, até o dia clarear. Quando dei por mim, já era noite novamente, e me entristeci, ao voltar para minha vida medíocre, assim como em todas as outras noites assim…

        À pedido de Andréa Motta, do blog Leio o mundo assim, estou postando minha colaboração em sua roda cultural Coisas do Brasil.

        Abaixo, uma re-edição do texto “Ah, São Paulo…” postado anteriormente, em 16/10/2007. A quem não viu, espero que goste. A quem viu, desculpe por não ter conseguido preparar algo novo e melhor.

        paulista.jpg

        Amanhece em São Paulo, e começa o corre-corre daqueles que despertam dia após dia, com o gigante. Quase sempre, o tempo, em seus dias manhosos, brinca de estações.

        Hoje, mais uma vez, entre tantas outras, não foi diferente.

        Ao despertar, me deparo em pleno inverno… Um frio intenso e pesavo, vindo do ar, carregado, que desce das árvores junto ao pé da Cantareira.

        Já de manhãzinha, veio a primavera, com um sol que toca doce e profundo, vindo de mansinho, deixando aquele gosto de quero mar.

        Logo mais à tarde, veio o verão… Imponente e castigador, veio forte e quente, marcando a todos à sua volta em um vermelho intenso.

        E ao ir embora, veio o outono, com seu sussurro, suave e sutil, que despe vagarosamente as grandes copas dos flamboyans, nos Jardins.

        Já é noite e a brisa suave, convida para um passeio na Paulista. Um convite irrecusável.

        Suavemente, caminho e observo detalhadamente cada pessoa que passa, acompanhado somente pelo silêncio dos gigantes de concreto que ali, repousam.

        Já na Paraíso, paro e olho sobre o viaduto, que denuncia a aorta do grandioso ser que é São Paulo. Atento a todos os detalhes, vejo pequenos pontos, brancos e vermelhos, indo e vindo. E grandes, enormes, pontos de diversas cores, indo, parando, a toda hora.

        Vendo assim, tudo, imagino como deverá ser o dia, quando o grandioso São Paulo tiver infarte…

        Alo?

        Alec? Que Alec?

        Ah sim! O sujeito estranho escritor deste blog!

        Desculpe, ele está preso no trabalho e só volta sexta feira.

        Quer deixar algum recado?

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