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Jogos Mortais – Ciclo da Vida

Marcos e Clara. Ele médico pesquisador, ela promotora de eventos.

Ele mora em Goiânia e pela primeira vez vinha a São Paulo para uma convenção da área. Ela por sua vez, vinha de Florianópolis, para visitar uma amiga, ex-colega de faculdade, que iria se casar.

Um desconhecia a existência do outro, e, tocavam sua vida, indiferente aos acontecimentos à sua volta, apenas marcados pelo acaso da noite, em uma distante cidade chamada São Paulo.

Duas pessoas incríveis, duas personalidades marcantes, dois destinos, duas vidas complexas. O destino para ambos era algo misterioso, que apenas o tempo era capaz de descrever.

Mas o destino em si adora brincar, dando nós as diversas linhas vitais e individuais, criando assim os acasos
que giram o mundo. Com eles não foi diferente.

Naquela chuvosa noite de sexta feira, justo naquela noite, tudo deveria ser como já havia sido planejado. Ele estaria no hotel se preparando para a viagem de volta e ela já estaria se deitando, na casa da amiga.

Mas uma seqüência inesperada de fatos, resultou no encontro dos dois.

Foi em um bar de uma danceteria próxima, que tudo aconteceu. No meio do tumulto que estava, eles acabaram conhecendo. Conversaram a noite inteira, e depois de muitos martinis e St.Remy´s, a magia aconteceu.

No dia seguinte, quando ele acordou, ela já tinha ido, sem nada para que ele pudesse encontra-la. Não entendia porque, mas sabia que não havia muito que pudesse fazer.

Meses depois, em Florianópolis, nascia uma menina, de nome Paula. Sua mãe, Clara, apenas não se perdoava pelo que fizera, se sentia promíscua, impura.

Enquanto isso, em Goiânia, Marcos apenas tentava entender porque ela havia partido sem dizer nada…

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  1. agosto 20, 2008 às 5:53 pm

    Histórias de grandes encontros, que acabam em desencontros, poderiam ter um “felizes para sempre” ou no mínimo um “que seja eterno enquanto dure”…..porém as pessoas têm pressa….muita pressa….
    E devido à isso se precipitam…..é uma pena….

    Bjos

  2. M.K.
    agosto 14, 2008 às 2:17 pm

    Muito bom. Gostei especialmente do modo como a historia foi escrita. A vida é cheia de encontros aleatórios. Conhecemos muitas pessoas no meio do caminho. Mas não existe nada de aleatório em manter essas pessoas por perto. Depende muito de cada um.

  3. agosto 12, 2008 às 6:08 pm

    Eeeeelaia… por isso que eu digo que a coisa que mais ferra a gente nesse mundo é a falta de comunicação… ô mulher, custava um bilhetinho com batom no espelho? Custava esperar o homem acordar? rsrsrs. Triste esse tipo de desencontro, poderia ter sido bem diferente, não?

    Adorei, escrevendo pouco querido…espero q esteja tdo bem por aí! Saudades de ti!!! Beijos

  4. agosto 12, 2008 às 6:03 pm

    ich… tah parecido com a minha história… nasci de algo assim…. beijos

  5. agosto 11, 2008 às 4:37 pm

    Meu pensamento em relação ao texto é totalmente sem educação: Mulher é foda!

  6. agosto 11, 2008 às 3:13 pm

    Sim, encontros assim estão acontecendo sempre, Alec!
    São pessoas que cruzam o nosso caminho, de uma maneira ou de outra; deixam lembranças, saudades, e, por que não, filhos!
    Linda história, como não poderia deixar de ser.
    Bjao e otima semana!

  7. agosto 11, 2008 às 3:01 pm

    Pôxa, nem um bilhetinho com o msn? Que má! 😉

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